Close
Metadata

%0 Report
%4 sid.inpe.br/mtc-m21c/2020/06.30.20.04
%2 sid.inpe.br/mtc-m21c/2020/06.30.20.04.06
%A Lemes, Murilo da Costa Ruv,
%A Oliveira, Gilvan Sampaio de,
%A Obregón Párraga, Guilhermo Oswaldo,
%@affiliation Universidade de Taubaté (UNITAU)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@electronicmailaddress murilo.lemes@inpe.br
%@electronicmailaddress gilvan.sampaio@inpe.br
%T Análise do transporte de umidade da amazônia para o sudeste do brasil durante o verão austral (djf)
%D 2016
%I Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
%C São José dos Campos
%K Amazônia, São Paulo, Transporte de umidade integrado na vertical, Chuva.
%X Nos verões de 2013-2014 e 2014-2015 a região Sudeste do Brasil passou por um período de grande estiagem. Ao estudar o transporte de umidade da região amazônica para o Sul e Sudeste do Brasil pode-se notar que há uma grande correlação entre ambos, principalmente na estação chuvosa (DJF), mesmo considerando que entre o final de novembro até o final de fevereiro a principal atividade convectiva sobre o país, está interligada a uma banda de nebulosidade com orientação NO/SE ao oceano Atlântico adjacente, sendo assim chamado de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Além da ZCAS, outro fator importante para a ocorrência de precipitação na Região Sudeste é a passagem de sistemas frontais. Em época de ZCAS observa-se um intenso jato de baixos níveis (JBN) transportando umidade tropical oriunda do Atlântico e Amazônia para os subtrópicos, gerando convergência do fluxo de umidade e precipitação no Amazonas (BR), sudeste e centro, enquanto que divergência é observada no leste do Brasil, Nordeste da Argentina, Paraguai, sul da Bolívia e norte do Chile, devido ao enfraquecimento do transporte de umidade para a bacia do Prata. Foi avaliado nos últimos 36 anos (1979-2015) o comportamento do transporte de umidade em anos muito chuvosos e muito secos na Região Sudeste do Brasil, com ênfase nos últimos verões: 2013-2014 e 2014-2015, que foram marcados por intensa estiagem, principalmente no estado de São Paulo. Também foi analisado o comportamento desse transporte de umidade quando há a presença do ENOS (El Niña-Oscilação Sul) e em anos normais, porém, ambos voltados para o verão austral (DJF).
%P 19
%O Bolsa PIBIC/INPE/CNPq
%@language pt
%9 RPQ
%3 Lemes_analise.pdf


Close