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%4 sid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.20.17.38
%2 sid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.20.17.38.26
%T Simulação de linha de transmissão não-lineares para a geração de RF em aplicações espaciais
%D 2010
%9 RPQ
%P 37
%A Rizzo, Paula Nascimento,
%A Rossi, José Osvaldo,
%@affiliation
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%I Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
%C São José dos Campos
%K transmissão não linear.
%X Este documento descreve as atividades realizadas no programa de iniciação cientifica, no Laboratório Associado de Plasma, no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) no período de Agosto/2009 à Junho/2010, sendo uma continuação do trabalho realizado no ano anterior. O programa trata basicamente do estudo da geração de RF de alta potência para aplicações em sistemas embarcados no espaço usando linhas de transmissão não-lineares, sem o emprego de tubos eletrônicos. A geração de RF é obtida basicamente a partir de ondas de sólitons que se propagam ao longo de linhas discretas LC não-lineares. Após ter estudado a compressão do pulso e a oscilação em alguns casos, inclusive para as placas de cobre paralelas, que consistem em linhas de transmissão com geometria plana, estamos nos concentrando no momento na pesquisa de linhas de transmissão híbridas LC. Neste caso, temse o emprego de componentes variáveis Ls e Cs ao mesmo tempo na construção da linha de transmissão não-linear. Como anteriormente, utilizamos como C uma rede de diodos varactores por causa da excelente característica de não-linearidade de sua capacitância de junção, bem como de sua fácil implementação em simuladores de circuito. Entretanto, no caso de L empregamos um indutor variável. Em particular, para este estudo da linha híbrida utilizamos um programa simulador de circuitos (chamado LT-Spice) que possui um modelo simplificado para o indutor saturável, o qual é determinado por uma equação que relaciona o fluxo φ com a corrente de saturação. De acordo com os estudos da linha híbrida, verifica que a capacitância diminui em função da maior tensão aplicada bem como a correspondente indutância em cada seção com a conseqüente maior corrente obtida, resultando em oscilações de alta freqüência (sólitons) na saída da linha. Em resumo, concluímos a partir deste trabalho que a diminuição de L & C em linhas híbridas para valores extremamente baixos (quando se quer obter altas freqüências de oscilação) é falha devido ao forte amortecimento da linha quando ela opera bem próxima ou exatamente no ponto de saturação. A razão é que o fator extra de não-linearidade do elemento indutivo leva a um aumento adicional na freqüência do sóliton, mas ao mesmo tempo produz uma redução de sua amplitude. No entanto, como esperado por causa do aumento observado da freqüência, ocorre ao mesmo tempo uma compressão da largura da onda de sóliton.
%@language pt
%3 Paula Nascimento Rizzo.pdf
%O Bolsa PIBIC/INPE/CNPq


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