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Metadados

%0 Conference Proceedings
%4 dpi.inpe.br/marte@80/2009/04.13.16.29
%2 dpi.inpe.br/marte@80/2009/04.13.16.30.01
%@isbn 978-85-17-00047-8
%A Novo, Evlyn Márcia Leão de Moraes,
%A Pinto, Sérgio dos Anjos Ferreira,
%A Niero, Madalena,
%A Rosa, Roberto,
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%T Avaliação do desempenho dos dados MSS/Landsat na estimativa de largura de canais fluviais
%B Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 3 (SBSR).
%D 1984
%E Parada, Nelson de Jesus,
%S Anais
%8 28-30 novembro 1984
%J São José dos Campos
%I Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%C Rio de Janeiro
%K ESTUDOS INTEGRADOS DO MEIO AMBIENTE, RIO PARANA, ANALISE ESTATISTICA, RECURSOS HIDRICOS, LAMINA D'AGUA, HYDROLOGY, INTEGRATED ENVIRONMENTAL STUDIES, MATHEMATICAL AND STATISTICAL ANALYSIS, WATER RESOURCES, SURFACE WATER.
%X Ao avaliar a variacao de lamina d'agua atraves de imagens MSS/LANDSAT encontra-se um problema que e a determinacao do erro associado as medidas devido a dimensao do "pixel" (80m x 80m). Os "pixels" que compreendem as margens do canal fluvial podem ser classificadas como agua ou vegetacao, em funcao do seu posicionamento. Desta maneira, ao medir a lamina d'agua para estimar a largura do canal fluvial, podem ocorrer as seguintes situacoes: a)o "pixel" e composto de 50 de agua e 50 de vegetacao e e identificado como agua, b)o "pixel" e composto de 50 de agua e 50 de vegetacao e e classificado como vegetacao, c)o "pixel" e composto de maior porcentagem de agua e e classificado como agua e vice-versa. Nestas circunstancias existe a possibilidade de ter um erro de medida do canal fluvial de pelo menos 1 "pixel" para cada margem. Assim, este trabalho tem por objetivo verificar o erro associado as medidas de lamina d'agua em imagens LANDSAT. Utilizou-se uma imagem do periodo da vazante (27/07/1977), orbita 22 e ponto 27 (SRB), na escala de 1:250.000, a qual inclui uma secao do medio curso do rio Parana. Admitindo que a lamina d'agua referente ao periodo da vazante pode ser considerada um estimador da largura do canal fluvial de um rio, fizeram-se medidas de largura de lamina d'agua em secoes transversais na referida imagem. Para estas mesmas secoes realizaram-se medidas em cartas topograficas na escala 1:50.000. Submeteram-se os dados obtidos a analise estatistica (modelo de regressao linear simples)para determinar a melhor equacao de ajuste entre os dados da imagem (X)e das cartas topograficas (Y). Os resultados preliminares parecem sugerir que, para canais estreitos, as imagens tendem a superestimar os valores obtidos, enquanto que para canais mais longos o modelo os subestima.
%1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@language pt
%9 Geografia, Análise Ambiental e Uso da Terra
%3 747-763.pdf


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