Fechar
Metadados

@MastersThesis{Polizel:2014:CaMoDe,
               author = "Polizel, Silvia Palotti",
                title = "Caracteriza{\c{c}}{\~a}o morfol{\'o}gica do delta do Rio Doce 
                         (ES) com base em sensoriamento remoto",
               school = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)",
                 year = "2014",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                month = "2014-04-07",
             keywords = "delta, Rio Doce, Quatern{\'a}rio, sensoriamento remoto. delta, 
                         Doce river, Quaternary, remote sensing.",
             abstract = "A costa leste brasileira apresenta uma sucess{\~a}o de sistemas 
                         deltaicos, dentre eles o delta do rio Doce, no litoral do 
                         Esp{\'{\i}}rito Santo. Este delta foi previamente estudado por 
                         alguns autores, tendo sido interpretado como produto da 
                         prograda{\c{c}}{\~a}o de sedimentos em ambiente lagunar 
                         associado a sistema deposicional do tipo ilha barreira. No 
                         entanto, a an{\'a}lise do delta do rio Doce com base em produtos 
                         de sensoriamento remoto disponibilizados nesta {\'u}ltima 
                         d{\'e}cada sugere uma interpreta{\c{c}}{\~a}o diferenciada da 
                         apresentada na literatura. Este trabalho teve por objetivo 
                         revisitar o modelo evolutivo do delta do rio Doce com base em 
                         an{\'a}lise multissensor e diferentes t{\'e}cnicas de 
                         sensoriamento remoto. Para isso, o trabalho baseou-se no 
                         mapeamento morfol{\'o}gico do delta do rio Doce a partir da 
                         an{\'a}lise das imagens TM/Landsat, PALSAR, bem como do Modelo 
                         Digital de Eleva{\c{c}}{\~a}o (MDE) derivado da \emph{Shuttle 
                         Radar Topography Mission} (SRTM). Uma s{\'e}rie multitemporal 
                         Landsat TM e ETM+ foi empregada para gera{\c{c}}{\~a}o do 
                         produto de hidroper{\'{\i}}odo, a fim de caracterizar a 
                         frequ{\^e}ncia de inunda{\c{c}}{\~a}o no delta do rio Doce. Os 
                         resultados mostraram que as {\'a}reas de inunda{\c{c}}{\~a}o 
                         permanente n{\~a}o foram classificadas em sua totalidade e que 
                         algumas {\'a}reas com frequ{\^e}ncia de inunda{\c{c}}{\~a}o 
                         intermedi{\'a}ria tamb{\'e}m deixaram de aparecer na 
                         classifica{\c{c}}{\~a}o. A superf{\'{\i}}cie topogr{\'a}fica 
                         do delta foi analisada pela extra{\c{c}}{\~a}o da 
                         superf{\'{\i}}cie de tend{\^e}ncia da {\'a}rea a partir do 
                         MDE-SRTM. Este procedimento resultou na gera{\c{c}}{\~a}o de 
                         v{\'a}rios modelos topogr{\'a}ficos, sendo que a 
                         superf{\'{\i}}cie de terceiro grau foi a que melhor representou 
                         o padr{\~a}o topogr{\'a}fico do delta. Esta superf{\'{\i}}cie 
                         caracteriza um delta com cotas topogr{\'a}ficas oscilando entre 0 
                         e 38 m de altitude, sendo 0 m na por{\c{c}}{\~a}o mais distal 
                         pr{\'o}ximo ao oceano e 38 m na por{\c{c}}{\~a}o mais interior 
                         do continente, onde ocorre o sistema fluvial do rio Doce. Dois 
                         m{\'e}todos de mapeamento foram testados: visual e 
                         semi-autom{\'a}tico baseado em GEOBIA. Os resultados indicaram 
                         maior exatid{\~a}o na classifica{\c{c}}{\~a}o visual, sendo 
                         esta adotada para se estabelecer seis classes principais: 1) 
                         drenagem atual; 2) cord{\~o}es litor{\^a}neos/\emph{spits}; 3) 
                         paleocanais; 4) plan{\'{\i}}cie interdistribut{\'a}ria; 5) 
                         fl{\'u}vio-estuarina/lagunar; e 6) terra{\c{c}}o fluvial. 
                         Considerando essas morfologias, tamb{\'e}m atestadas em campo, 
                         p{\^o}de-se propor um modelo de delta dominado por ondas para 
                         explicar a evolu{\c{c}}{\~a}o do delta do rio Doce, sem fase 
                         lagunar como sugerido em documenta{\c{c}}{\~o}es pr{\'e}vias. 
                         Al{\'e}m disso, a organiza{\c{c}}{\~a}o das idades dos 
                         sedimentos deltaicos dispon{\'{\i}}veis na literatura, 
                         analisadas no contexto do novo mapa morfol{\'o}gico elaborado 
                         neste trabalho, sugere que esse delta seja mais antigo que o 
                         sugerido em trabalhos pr{\'e}vios. Assim, o mais prov{\'a}vel 
                         {\'e} que sua prograda{\c{c}}{\~a}o tenha sido influenciada 
                         pela queda do n{\'{\i}}vel do mar eust{\'a}tico ao se aproximar 
                         do {\'U}ltimo M{\'a}ximo Glacial, e n{\~a}o durante a 
                         transgress{\~a}o holoc{\^e}nica como inicialmente proposto, 
                         quando parte do delta foi destru{\'{\i}}da. ABSTRACT: 
                         Brazil\${'}\$s east coast has a succession of deltaic systems, 
                         including the Doce River delta, on the coast of Esp{\'{\i}}rito 
                         Santo. This delta was previously studied by some authors, has been 
                         interpreted as a product of progradation of sediments in the 
                         lagoon environment associated with depositional system of barrier 
                         island type. However, analysis of the Doce River delta based on 
                         remote sensing inputs available in the last decade suggests a 
                         different interpretation of the presented in literature. This 
                         study aimed to revisit the evolutionary model of the Doce River 
                         delta based on multisensor analyzes and remote sensing techniques. 
                         For this, the work was based on morphological mapping of the Doce 
                         River delta from the analysis of TM/Landsat imagery, PALSAR and 
                         the Digital Elevation Model (DEM) derived from Shuttle Radar 
                         Topography Mission (SRTM). A time series Landsat TM and ETM+ was 
                         used to produce the product of hydroperiod in order to 
                         characterize the frequency of flooding in the Doce River delta. 
                         The results showed that the areas of permanent inundation were not 
                         classified in their entirety and that some areas with intermediate 
                         flood frequency also failed to appear in the classification. The 
                         topographic surface of the delta was analyzed by extracting the 
                         trend surface of the area from DEM-SRTM. This procedure resulted 
                         in the generation of various topographic models, and the surface 
                         of the third degree was the one that best represented the 
                         topographic pattern of the delta. This surface features a 
                         topographic dimensions delta ranging between 0 and 38 m high, with 
                         0 m in the most distal portion near the ocean and 38 m in the 
                         innermost portion of the continent, where the river system of the 
                         Doce River occurs. Two mapping methods were tested: visual and 
                         semi-automatic based on GEOBIA. The results showed greater 
                         accuracy in visual classification, which is adopted to establish 
                         six main classes: 1) current drain; 2) beach ridges/spits; 3) 
                         paleochannel; 4) interdistributary plain; 5) 
                         fluvio-estuarine/lagoon; and 6) fluvial terrace. Considering these 
                         morphologies, also attested in the field, it was possible to 
                         propose a model delta dominated by waves to explain the evolution 
                         of the Doce River delta without lagoon phase as suggested in 
                         previous literature. Moreover, the organization of the ages of 
                         deltaic sediments available in the literature, analyzed in the 
                         context of the new morphological map developed in this study 
                         suggests that delta is older than suggested in previous studies. 
                         Thus, it is most likely that your progradation has been influenced 
                         by the fall of the eustatic sea-level when approaching the Last 
                         Glacial Maximum, and not during the Holocene transgression as 
                         originally proposed, when part of the delta was destroyed.",
            committee = "Valeriano, M{\'a}rcio de Morisson (presidente) and Rossetti, 
                         Dilce de F{\'a}tima (orientadora) and Novo, Evlyn M{\'a}rcia 
                         Le{\~a}o de Moraes and Cohen, Marcelo Cancela Lisboa",
         englishtitle = "Morphological characterization of the Doce River delta (ES) based 
                         on remote sensing",
             language = "pt",
                  ibi = "8JMKD3MGP5W34M/3G28A4B",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP5W34M/3G28A4B",
           targetfile = "publicacao.pdf",
        urlaccessdate = "23 nov. 2020"
}


Fechar