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@InProceedings{BorgesRodrCoel:2015:BuCoOb,
               author = "Borges, Sarah Villanova and Rodrigues, Cl{\'a}udia Vilega and 
                         Coelho, Jaziel G.",
          affiliation = "{Instituto Tecnol{\'o}gico de Aeron{\'a}utica (ITA)} and 
                         {Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)} and {Instituto 
                         Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)}",
                title = "Busca de uma corrobora{\c{c}}{\~a}o observacional para o modelo 
                         de pulsar de an{\~a} branca para os magnetares",
                 year = "2015",
         organization = "Semin{\'a}rio de Inicia{\c{c}}{\~a}o Cient{\'{\i}}fica e 
                         Inicia{\c{c}}{\~a}o em Desenvolvimento Tecnol{\'o}gico e 
                         Inova{\c{c}}{\~a}o",
            publisher = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos, SP",
             abstract = "Magnetar {\'e} o nome comumente utilizado para se referir aos 
                         Soft Gamma Repeaters (SGR) e aos Anomalous X-Ray Pulsars (AXP). 
                         Apesar de n{\~a}o haver consenso, essas fontes de energia 
                         s{\~a}o aceitas pela maioria da comunidade cient{\'{\i}}fica 
                         como sendo estrelas de n{\^e}utron pulsantes com gigantesco campo 
                         magn{\'e}tico (da ordem de 1013 1015 G). No entanto, devido ao 
                         grande campo magn{\'e}tico desses objetos, inclusive acima do 
                         limite cr{\'{\i}}tico imposto pela mec{\^a}nica qu{\^a}ntica, 
                         outras possibilidades s{\~a}o levantadas para explic{\'a}-los 
                         fisicamente. Entre elas, o modelo de an{\~a}s brancas de grande 
                         massa. Para esse {\'u}ltimo modelo, seria poss{\'{\i}}vel 
                         esperar alguma contrapartida no {\'o}ptico ou infravermelho por 
                         se tratar de uma an{\~a} branca. At{\'e} hoje, essa 
                         contrapartida n{\~a}o foi encontrada para a maior parte dos 
                         magnetares em quest{\~a}o. No entanto, isso n{\~a}o significa 
                         que o modelo esteja errado. Para isso, seria preciso ter uma faixa 
                         de valores esperados para as magnitudes aparentes esperadas e 
                         comparar com os valores j{\'a} obtidos por levantamentos de 
                         magnitude ou observa{\c{c}}{\~o}es espec{\'{\i}}ficas. Nesse 
                         contexto, n{\'o}s estimamos, atrav{\'e}s do modelo de corpo 
                         negro, os valores de magnitude aparente no {\'o}ptico e 
                         infravermelho para os magnetares conhecidos, supondo que esses 
                         sejam an{\~a}s brancas de grande massa. Esses valores foram 
                         comparados com os valores de magnitude limite j{\'a} determinados 
                         para cada um dos objetos em diferentes bandas. Tamb{\'e}m 
                         comparamos os valores estimados de magnitudes com as magnitudes 
                         limites de alguns levantamentos de magnitude j{\'a} realizados ou 
                         em desenvolvimento para verificar a possibilidade de 
                         identifica{\c{c}}{\~a}o de alguma contrapartida. At{\'e} o 
                         momento, o modelo de c{\'a}lculo te{\'o}rico de magnitudes 
                         proposto, mostrou-se eficiente para o c{\'a}lculo da magnitude 
                         relativa das an{\~a}s brancas, j{\'a} que os testes realizados 
                         utilizando o modelo em an{\~a}s brancas conhecidas, como Sirius 
                         B, apresentaram resultados satisfat{\'o}rios. Apesar disso, os 
                         resultados encontrados para as magnitudes relativas dos magnetares 
                         considerando o modelo de an{\~a}s brancas foi bastante alto. 
                         Dessa forma, n{\~a}o {\'e} vi{\'a}vel esperar que algum 
                         levantamento j{\'a} realizado tenha encontrado imagens desses 
                         objetos, caso o modelamento utilizado esteja correto. Como 
                         perspectiva de continua{\c{c}}{\~a}o deste projeto, pretendemos 
                         comparar as propriedades dos magnetares em quest{\~a}o como 
                         an{\~a}s brancas que possuam propriedades observacionais 
                         semelhantes.",
  conference-location = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos, SP",
      conference-year = "30-31 jul.",
             language = "pt",
                  ibi = "8JMKD3MGP3W34P/3K379P8",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3K379P8",
        urlaccessdate = "29 nov. 2020"
}


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