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@Article{LucianoVale:2016:MaDiRa,
               author = "Luciano, Ana Cl{\'a}udia dos Santos and Valeriano, M{\'a}rcio de 
                         Morisson",
          affiliation = "{Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)} and {Instituto 
                         Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)}",
                title = "Mapeamento da distribui{\c{c}}{\~a}o de radia{\c{c}}{\~a}o 
                         solar devida ao relevo em diferentes per{\'{\i}}odos, latitudes 
                         e condi{\c{c}}{\~o}es atmosf{\'e}ricas",
              journal = "Revista Brasileira de Cartografia",
                 year = "2016",
               volume = "68",
               number = "5",
                pages = "945--956",
             keywords = "Energia Solar, Topografi a, MDE, SRTM, Solar Energy, Topography, 
                         DEM, SRTM.",
             abstract = "A distribui{\c{c}}{\~a}o da radia{\c{c}}{\~a}o solar incidente 
                         no terreno devido a varia{\c{c}}{\~o}es de relevo, latitude, 
                         condi{\c{c}}{\~o}es atmosf{\'e}ricas e de per{\'{\i}}odo de 
                         integra{\c{c}}{\~a}o foi caracterizada por estimativas sobre 
                         Modelos Digitais de Eleva{\c{c}}{\~a}o (MDE) com o algoritmo 
                         Solar Analyst. Os n{\'{\i}}veis t{\'{\i}}picos e padr{\~o}es 
                         gerais de varia{\c{c}}{\~a}o da radia{\c{c}}{\~a}o solar foram 
                         observados em per{\'{\i}}odos di{\'a}rios, mensais, semestrais 
                         e anuais. Tr{\^e}s {\'a}reas de estudo com relevo de plano a 
                         montanhoso foram escolhidas, nas regi{\~o}es equatorial, tropical 
                         e subtropical do Brasil. Os dados topogr{\'a}fi cos utilizados 
                         provieram do Topodata, um banco de dados formado por um MDE 1 refi 
                         nado a partir dos dados SRTM 3 (vers{\~a}o 1), e suas 
                         deriva{\c{c}}{\~o}es geomorfom{\'e}tricas b{\'a}sicas, em 
                         cobertura completa do territ{\'o}rio brasileiro. Par{\^a}metros 
                         atmosf{\'e}ricos relativos a condi{\c{c}}{\~o}es de c{\'e}u 
                         claro a nublado medidos com piran{\^o}metros e estimados com 
                         modelos de transfer{\^e}ncia radiativa foram comparados aos 
                         valores pr{\'e}-programados (default) do algoritmo e aplicados em 
                         estimativas anuais da radia{\c{c}}{\~a}o solar. Os resultados 
                         gerais mostraram que a radia{\c{c}}{\~a}o solar apresenta 
                         varia{\c{c}}{\~o}es relativas maiores quando estimada para 
                         per{\'{\i}}odos mais curtos, conforme se observou nas 
                         fra{\c{c}}{\~o}es de m{\'a}xima/m{\'{\i}}nima. A amplitude de 
                         varia{\c{c}}{\~a}o dos n{\'{\i}}veis de radia{\c{c}}{\~a}o 
                         solar foi maior nos terrenos de maior declividade, em maior parte 
                         devido {\`a} redu{\c{c}}{\~a}o dos n{\'{\i}}veis 
                         m{\'{\i}}nimos, que resulta numa distribui{\c{c}}{\~a}o mais 
                         ampla dos valores mais baixos. Um efeito similar foi observado em 
                         rela{\c{c}}{\~a}o {\`a} latitude, com m{\'e}dias mais baixas 
                         na regi{\~a}o subtropical devidas {\`a} amplia{\c{c}}{\~a}o da 
                         distribui{\c{c}}{\~a}o nos valores mais baixos, enquanto os 
                         m{\'a}ximos mantiveram-se relativamente est{\'a}veis. A 
                         integra{\c{c}}{\~a}o de par{\^a}metros atmosf{\'e}ricos 
                         moment{\^a}neos em per{\'{\i}}odos mais longos resultou em 
                         valores mais pr{\'o}ximos dos par{\^a}metros 
                         pr{\'e}-programados, em respaldo {\`a} recomenda{\c{c}}{\~a}o 
                         dos desenvolvedores do algoritmo. Por outro lado, a sensibilidade 
                         dos resultados a estes par{\^a}metros indica a necessidade de 
                         par{\^a}metros confi {\'a}veis para a exatid{\~a}o de 
                         estimativas em per{\'{\i}}odos curtos. ABSTRACT: A 
                         distribui{\c{c}}{\~a}o da radia{\c{c}}{\~a}o solar incidente 
                         no terreno devido a varia{\c{c}}{\~o}es de relevo, latitude, 
                         condi{\c{c}}{\~o}es atmosf{\'e}ricas e de per{\'{\i}}odo de 
                         integra{\c{c}}{\~a}o foi caracterizada por estimativas sobre 
                         Modelos Digitais de Eleva{\c{c}}{\~a}o (MDE) com o algoritmo 
                         Solar Analyst. Os n{\'{\i}}veis t{\'{\i}}picos e padr{\~o}es 
                         gerais de varia{\c{c}}{\~a}o da radia{\c{c}}{\~a}o solar foram 
                         observados em per{\'{\i}}odos di{\'a}rios, mensais, semestrais 
                         e anuais. Tr{\^e}s {\'a}reas de estudo com relevo de plano a 
                         montanhoso foram escolhidas, nas regi{\~o}es equatorial, tropical 
                         e subtropical do Brasil. Os dados topogr{\'a}fi cos utilizados 
                         provieram do Topodata, um banco de dados formado por um MDE 1 refi 
                         nado a partir dos dados SRTM 3 (vers{\~a}o 1), e suas 
                         deriva{\c{c}}{\~o}es geomorfom{\'e}tricas b{\'a}sicas, em 
                         cobertura completa do territ{\'o}rio brasileiro. Par{\^a}metros 
                         atmosf{\'e}ricos relativos a condi{\c{c}}{\~o}es de c{\'e}u 
                         claro a nublado medidos com piran{\^o}metros e estimados com 
                         modelos de transfer{\^e}ncia radiativa foram comparados aos 
                         valores pr{\'e}-programados (default) do algoritmo e aplicados em 
                         estimativas anuais da radia{\c{c}}{\~a}o solar. Os resultados 
                         gerais mostraram que a radia{\c{c}}{\~a}o solar apresenta 
                         varia{\c{c}}{\~o}es relativas maiores quando estimada para 
                         per{\'{\i}}odos mais curtos, conforme se observou nas 
                         fra{\c{c}}{\~o}es de m{\'a}xima/m{\'{\i}}nima. A amplitude de 
                         varia{\c{c}}{\~a}o dos n{\'{\i}}veis de radia{\c{c}}{\~a}o 
                         solar foi maior nos terrenos de maior declividade, em maior parte 
                         devido {\`a} redu{\c{c}}{\~a}o dos n{\'{\i}}veis 
                         m{\'{\i}}nimos, que resulta numa distribui{\c{c}}{\~a}o mais 
                         ampla dos valores mais baixos. Um efeito similar foi observado em 
                         rela{\c{c}}{\~a}o {\`a} latitude, com m{\'e}dias mais baixas 
                         na regi{\~a}o subtropical devidas {\`a} amplia{\c{c}}{\~a}o da 
                         distribui{\c{c}}{\~a}o nos valores mais baixos, enquanto os 
                         m{\'a}ximos mantiveram-se relativamente est{\'a}veis. A 
                         integra{\c{c}}{\~a}o de par{\^a}metros atmosf{\'e}ricos 
                         moment{\^a}neos em per{\'{\i}}odos mais longos resultou em 
                         valores mais pr{\'o}ximos dos par{\^a}metros 
                         pr{\'e}-programados, em respaldo {\`a} recomenda{\c{c}}{\~a}o 
                         dos desenvolvedores do algoritmo. Por outro lado, a sensibilidade 
                         dos resultados a estes par{\^a}metros indica a necessidade de 
                         par{\^a}metros confi {\'a}veis para a exatid{\~a}o de 
                         estimativas em per{\'{\i}}odos curtos.",
                 issn = "0560-4613 and 1808-0936",
           targetfile = "luciano_mapeamento.pdf",
        urlaccessdate = "24 nov. 2020"
}


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