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@InProceedings{Galv„oAgui:2017:MoUsTe,
               author = "Galv{\~a}o, Amanda Louisi dos Santos and Aguiar, Ana Paula Dutra 
                         de",
          affiliation = "{Universidade Estadual Paulista (UNESP)} and {Instituto Nacional 
                         de Pesquisas Espaciais (INPE)}",
                title = "Modelagem de uso de terra em m{\'u}ltiplas escalas no Brasil",
                 year = "2017",
         organization = "Semin{\'a}rio de Inicia{\c{c}}{\~a}o Cient{\'{\i}}fica e 
                         Inicia{\c{c}}{\~a}o em Desenvolvimento Tecnol{\'o}gico e 
                         Inova{\c{c}}{\~a}o (SICINPE)",
                 note = "{Bolsa PIBIC/INPE/CNPq}",
             abstract = "Este estudo, iniciado em agosto de 2016, corresponde basicamente 
                         {\`a} obten{\c{c}}{\~a}o de dados espaciais de infraestrutura 
                         do Brasil, sendo eles rodovias, ferrovias e hidrovias, e 
                         execu{\c{c}}{\~a}o de valida{\c{c}}{\~o}es topol{\'o}gicas 
                         nesses mesmos dados, bem como realiza{\c{c}}{\~a}o de 
                         edi{\c{c}}{\~o}es para corre{\c{c}}{\~a}o dos erros 
                         topol{\'o}gicos levantados no processo de valida{\c{c}}{\~a}o, 
                         para posterior aplica{\c{c}}{\~a}o na Generalized Proximity 
                         Matrix (GPM). Os dados de infraestrutura foram obtidos a partir de 
                         fontes oficiais, cujo acesso {\'e} de dom{\'{\i}}nio 
                         p{\'u}blico, no site do Departamento Nacional de Infraestrutura 
                         de Tr{\^a}nsito (DNIT). Posteriormente, os testes de 
                         valida{\c{c}}{\~a}o topol{\'o}gica e edi{\c{c}}{\~o}es 
                         vetoriais foram realizados utilizando Sistema de 
                         Informa{\c{c}}{\~o}es Geogr{\'a}ficas (SIG), nesse caso, o 
                         ArcGIS. No SIG, a topologia expressa o relacionamento espacial 
                         entre as geometrias de ponto, linha ou {\'a}rea, que se conectam 
                         ou s{\~a}o adjacentes. A valida{\c{c}}{\~a}o da topologia teve 
                         como objetivo estabelecer o controle sobre os dados vetoriais 
                         durante as edi{\c{c}}{\~o}es e consistiu na 
                         aplica{\c{c}}{\~a}o de regras diversas e espec{\'{\i}}ficas, 
                         fornecidas pelo pr{\'o}prio ArcGIS, para detectar os 
                         poss{\'{\i}}veis erros topol{\'o}gicos de um dado. Dentre todas 
                         as regras, utilizou-se as 8 (oito) a seguir: must not overlap, 
                         must not have dangles, must not self-intersect, must not have 
                         pseudos, must not intersect, must be single part, must not 
                         intersect or touch interior e must not self-overlap. Os erros 
                         levantados pela ferramenta foram analisados um a um, uma vez que a 
                         corre{\c{c}}{\~a}o autom{\'a}tica pode gerar novos erros ou 
                         n{\~a}o solucionar o problema. Sem a corre{\c{c}}{\~a}o o dado 
                         n{\~a}o pode ser utilizado, pois apresentar{\'a} falhas que 
                         impedir{\'a} a GPM de funcionar corretamente e n{\~a}o ser{\'a} 
                         poss{\'{\i}}vel gerar medidas de conex{\~o}es a mercados 
                         atrav{\'e}s da mesma, que computa as rela{\c{c}}{\~o}es 
                         espaciais levando em conta tanto as rela{\c{c}}{\~o}es absolutas 
                         (dist{\^a}ncia euclidiana) como as rela{\c{c}}{\~o}es espaciais 
                         relativas. Nesse contexto, utilizou-se o TerraME, que trabalha o 
                         conceito de espa{\c{c}}os celulares, isto {\'e}, grades 
                         regulares delimitadas por um pol{\'{\i}}gono, criadas a partir 
                         de dados vetoriais ou matriciais e armazenadas em bancos de dados 
                         TerraLib. O c{\'o}digo computacional da GPM rodado pelo TerraME 
                         est{\'a} em constantes mudan{\c{c}}as e adequa{\c{c}}{\~o}es 
                         para atingir um resultado seguro. Por fim, com esse estudo, 
                         obteve-se um banco de dados contendo os dados de infraestrutura de 
                         rodovias e hidrovias validadas e corrigidas topologicamente, 
                         restando apenas valida{\c{c}}{\~a}o e corre{\c{c}}{\~a}o das 
                         ferrovias. Dessa forma, ser{\'a} poss{\'{\i}}vel analisar as 
                         dist{\^a}ncias de mercado com rela{\c{c}}{\~a}o {\`a}s 
                         vari{\'a}veis externas, tal como a situa{\c{c}}{\~a}o de 
                         superf{\'{\i}}cie de uma rodovia ou o trecho naveg{\'a}vel de 
                         um rio. Conclui-se, at{\'e} o momento, que a 
                         valida{\c{c}}{\~a}o e corre{\c{c}}{\~a}o de erros 
                         topol{\'o}gicos s{\~a}o necess{\'a}rias para 
                         obten{\c{c}}{\~a}o de um dado confi{\'a}vel e extensamente 
                         aplic{\'a}vel em diversas situa{\c{c}}{\~o}es, tais como na 
                         aplica{\c{c}}{\~a}o da GPM.",
  conference-location = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos, SP",
      conference-year = "25-26 jul.",
             language = "pt",
           targetfile = "Galvao_modelagem.pdf",
        urlaccessdate = "24 nov. 2020"
}


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