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@PhDThesis{Machado:2018:EsDiIo,
               author = "Machado, Cristiano Sarzi",
                title = "Estudo de dist{\'u}rbios ionosf{\'e}ricos propagantes de 
                         m{\'e}dia escala no hemisf{\'e}rio sul utilizando t{\'e}cnicas 
                         {\'o}ticas, de r{\'a}dio e simula{\c{c}}{\~o}es 
                         num{\'e}ricas",
               school = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)",
                 year = "2018",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                month = "2017-11-27",
             keywords = "ionosfera terrestre, dist{\'u}rbios ionosf{\'e}ricos propagantes 
                         de m{\'e}dia escala, ondas de gravidade-ac{\'u}stica, 
                         emiss{\~a}o do OI 630,0 nm, instabilidade Perkins, earth's 
                         ionosphere, medium scale traveling ionospheric disturbances, 
                         acoustic-gravity waves, OI 630.0 nm emission, Perkins 
                         instability.",
             abstract = "Utilizando imagens all-sky da emiss{\~a}o OI 630,0 nm obtidas 
                         entre 1990 e 2011 por imageadores instalados em Cachoeira Paulista 
                         (22,7\$^{}\$S; 45,0 \$^{}\$O; {\^a}ngulo DIP = 
                         -37,6\$^{}\$) e S{\~a}o Martinho da Serra (29,4\$^{}\$S; 
                         53,8\$^{}\$O, {\^a}ngulo DIP = -37,3\$^{}\$), foram 
                         catalogados MSTIDs (Medium Scale Traveling Ionospheric 
                         Disturbances) que se propagam para Noroeste, cuja origem est{\'a} 
                         relacionada ao processo de instabilidade de plasma Perkins em 
                         m{\'e}dias latitudes. Para avaliar a extens{\~a}o da frente de 
                         onda dos MSTIDs, foi analisado o comportamento dos par{\^a}metros 
                         foF2, h\${'}\$F e hmF2, obtidos pelas digissondas de Porto 
                         Stanley (51,6 \$^{}\$S; 57,9 \$^{}\$O; {\^a}ngulo DIP = 
                         -49,8\$^{}\$), Ascens{\~a}o (07,95 \$^{}\$S; 14,4 
                         \$^{}\$O; {\^a}ngulo DIP = -43,4\$^{}\$) e Cachoeira 
                         Paulista (22,7\$^{}\$S; 45,0 \$^{}\$O; {\^a}ngulo DIP = 
                         -37,6\$^{}\$). O tipo de espalhamento na regi{\~a}o F do sinal 
                         nos ionogramas tamb{\'e}m foi verificado. Foram observados 5 
                         casos com ocorr{\^e}ncia simult{\^a}nea, todos em 
                         per{\'{\i}}odos geomagneticamente calmos (K\$_{p}\$<3), 
                         indicando que a frente de onda dos MSTIDs pode se estender por 
                         mais de 6250 km no hemisf{\'e}rio Sul. A partir da Teoria 
                         Magnetohidrodin{\^a}mica, foi calculado o {\'{\i}}ndice de 
                         absor{\c{c}}{\~a}o para dois casos de MSTIDs em 
                         per{\'{\i}}odos distintos do ciclo solar (atividade solar 
                         m{\'a}xima e m{\'{\i}}nima). Os resultados mostraram que a 
                         dist{\^a}ncia de propaga{\c{c}}{\~a}o depende da 
                         concentra{\c{c}}{\~a}o eletr{\^o}nica do plasma da regi{\~a}o 
                         F, sendo menores durante o per{\'{\i}}odo de m{\'a}xima 
                         atividade solar. Simula{\c{c}}{\~o}es num{\'e}ricas foram 
                         conduzidas para avaliar o papel da Anomalia Magn{\'e}tica da 
                         Am{\'e}rica do Sul (AMAS) na gera{\c{c}}{\~a}o de ondas de 
                         gravidade-ac{\'u}sticas. Os resultados mostram que o efeito Joule 
                         causado pelo acr{\'e}scimo da corrente na regi{\~a}o E, devido 
                         {\`a} precipita{\c{c}}{\~a}o de part{\'{\i}}culas na AMAS 
                         {\'e} capaz de gerar ondas de gravidade-ac{\'u}stica, que podem 
                         atuar como gatilho da instabilidade Perkins em m{\'e}dias 
                         latitudes. ABSTRACT: Using OI 630.0 nm all-sky images, obtained 
                         between 1990 and 2011 by ground-based imaging systems installed at 
                         Cachoeira Paulista (22.7\${}\$ S, 45.0\${}\$ W, DIP angle 
                         -37.6\${}\$) and Sao Martinho da Serra (29.4\${}\$ S , 
                         53.8\${}\$ W, DIP angle = -37.3\${}\$) were detected a set 
                         of MSTIDs cases that propagates Northwestward, indicating that 
                         they are related to Perkins instability at mid-latitudes. In order 
                         to verify the wave front extension of the MSTIDs, digisonde data 
                         (foF2, h\${'}\$F e hmF2 parameters) from Porto Stanley (51.6 
                         \${}\$ S, 57.9 \${}\$O, DIP angle = -49.8 \${}\$), 
                         Ascension (07 , 95 \${}\$ S, 14.4 \${}\$ C, DIP angle = 
                         -43.4 \${}\$) and Cachoeira Paulista (22.7 \${}\$ S, 45.0 
                         \${}\$ C, DIP angle = -37.6 \${}\$) were analyzed. The 
                         spread F type was also considered. Five cases with simultaneous 
                         occurrence were found, in geomagnetically quiet periods 
                         (K\$_{p}\$<3), indicating that the wave front can extend for 
                         more than 6250 km in the Southern Hemisphere. Using the 
                         magnetohydrodynamic theory, the absorption index of MSTID were 
                         calculated under different solar activity (solar minimum and solar 
                         maximum) .The results showed that the MSTID propagation depends on 
                         the electronic concentration of the F region plasma. The 
                         propagation distance is smaller during solar maximum. Numerical 
                         simulations were conducted to evaluate the role of the South 
                         America Magnetic Anomaly (SAMA) in the generation of 
                         acoustic-gravity waves. The results show that the Joule effect 
                         caused by the enhancement of the E region current, due to the 
                         particles precipitation in the SAMA should generate 
                         acoustic-gravity waves, which can act as a trigger of Perkins 
                         instability at mid-latitudes.",
            committee = "Paula, Eurico Rodrigues de (presidente) and Pimenta, Alexandre 
                         Alvares (orientador) and Schuch, Nelson Jorge (orientador) and 
                         Bittencourt, Jos{\'e} Augusto and Guede, Jos{\'e} Ricardo Abalde 
                         and Oliveira, Virginia Klausner de",
         englishtitle = "Study of medium scale traveling ionospheric disturbances in the 
                         southern hemisphere using optical techniques, radio techniques and 
                         numerical simulations",
             language = "pt",
                pages = "212",
                  ibi = "8JMKD3MGP3W34P/3Q2E9QS",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3Q2E9QS",
           targetfile = "publicacao.pdf",
        urlaccessdate = "27 nov. 2020"
}


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