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@PhDThesis{Silva:2017:ObSi,
               author = "Silva, Diego Barros",
                title = "Forma{\c{c}}{\~a}o e desenvolvimento de bolhas de plasma na 
                         ionosfera equatorial: observa{\c{c}}{\~a}o e 
                         simula{\c{c}}{\~a}o",
               school = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)",
                 year = "2017",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                month = "2017-11-09",
             keywords = "bolhas de plasma, ionosfera equatorial, conte{\'u}do 
                         eletr{\^o}nico total, simula{\c{c}}{\~a}o num{\'e}rica, plasma 
                         bubbles, equatorial ionosphere, total electron content, numerical 
                         simulation.",
             abstract = "O objetivo do presente trabalho foi estudar a forma{\c{c}}{\~a}o 
                         e o desenvolvimento de bolhas de plasma ionosf{\'e}ricas sobre a 
                         Am{\'e}rica do Sul utilizando dados de Conte{\'u}do 
                         Eletr{\^o}nico Total (em ingl{\^e}s, \${''}\$Total Electron 
                         Content - TEC\${''}\$) e um modelo ionosf{\'e}rico de 
                         simula{\c{c}}{\~a}o num{\'e}rica. As an{\'a}lises das bolhas 
                         de plasma foram realizadas utilizando a t{\'e}cnica de mapeamento 
                         de TEC. O cont{\'{\i}}nuo monitoramento do TEC permitiu observar 
                         as bolhas desde o momento da sua gera{\c{c}}{\~a}o, logo 
                         ap{\'o}s o p{\^o}r do Sol, at{\'e} o seu desaparecimento. 
                         Al{\'e}m disso, a extensa cobertura espacial do TEC possibilitou 
                         observar as bolhas na regi{\~a}o do Equador magn{\'e}tico e seu 
                         desenvolvimento at{\'e} 35\${o}\$S de latitude. Neste trabalho, 
                         foram analisados dados de TEC obtidos entre janeiro de 2012 e 
                         fevereiro de 2016, dos quais foi poss{\'{\i}}vel caracterizar as 
                         bolhas de plasma em 655 noites. Dentre os principais resultados, 
                         destacam-se: (1) a velocidade de deriva zonal das bolhas de plasma 
                         apresentou um vis{\'{\i}}vel gradiente latitudinal, variando de 
                         123 m/s, no Equador, para 65 m/s, em 35\${o}\$S de latitude; (2) 
                         na maioria dos casos, a ocorr{\^e}ncia das bolhas de plasma 
                         apresentou uma distribui{\c{c}}{\~a}o longitudinal 
                         peri{\'o}dica, onde foi poss{\'{\i}}vel observar de 3 a 4 
                         bolhas de plasma equidistantes. A dist{\^a}ncia entre bolhas 
                         adjacentes tamb{\'e}m apresentou um claro gradiente latitudinal, 
                         variando de 920 km, no Equador, para 640 km, em 35\${o}\$S de 
                         latitude. Em algumas ocasi{\~o}es, foram observadas 
                         dist{\^a}ncias entre bolhas adjacentes maiores do que 2000 km no 
                         Equador; (3) em \$\sim\$ 88\% dos casos, as bolhas de plasma 
                         se desenvolveram at{\'e} 20\${o}\$S de latitude, o que 
                         corresponde a uma altura de Apex de 777 km. Houve casos em que se 
                         observaram bolhas de plasma que se desenvolveram at{\'e} 
                         30\${o}\$S de latitude, o que corresponde a uma altura de Apex 
                         de 1511 km; (4) a extens{\~a}o latitudinal das bolhas de plasma 
                         apresentou uma consider{\'a}vel inclina{\c{c}}{\~a}o em 
                         rela{\c{c}}{\~a}o {\`a}s linhas de campo magn{\'e}tico, 
                         apresentando uma boa concord{\^a}ncia com a m{\'e}dia mensal da 
                         varia{\c{c}}{\~a}o latitudinal do vento zonal descrito pelo 
                         modelo HWM14; (5) as an{\'a}lises do desenvolvimento meridional 
                         das bolhas de plasma mostraram que, em alguns casos, as bolhas de 
                         plasma podem apresentar um deslocamento para o norte ou para o sul 
                         do Equador magn{\'e}tico. Consequentemente, as bolhas de plasma 
                         apresentaram uma assimetria no seu desenvolvimento meridional em 
                         torno do Equador magn{\'e}tico. A maior ocorr{\^e}ncia do 
                         deslocamento meridional para o norte (sul) do Equador 
                         magn{\'e}tico foi observada nos meses de janeiro e dezembro 
                         (mar{\c{c}}o/abril e setembro/outubro), e a menor nos meses de 
                         mar{\c{c}}o/abril e agosto/setembro (janeiro e dezembro). 
                         Assimetrias no desenvolvimento meridional das bolhas de plasma 
                         at{\'e} ent{\~a}o n{\~a}o foram estudadas. Para investigar 
                         estas assimetrias, foi utilizado um modelo num{\'e}rico que 
                         considera a a{\c{c}}{\~a}o do vento neutro para simular a 
                         forma{\c{c}}{\~a}o de bolhas de plasma sobre o Equador 
                         magn{\'e}tico e seu desenvolvimento at{\'e} 30\${o}\$S de 
                         latitude. As simula{\c{c}}{\~o}es num{\'e}ricas mostraram que 
                         um vento meridional transequatorial {\'e} capaz de causar 
                         assimetrias no desenvolvimento meridional das bolhas de plasma. Um 
                         vento meridional transequatorial dirigido para norte (sul) causa 
                         um deslocamento das bolhas de plasma para o norte (sul) do Equador 
                         magn{\'e}tico. ABSTRACT: The objective of the present work was to 
                         study the formation and development of ionospheric plasma bubbles 
                         over South America, using Total Electron Content (TEC) data and an 
                         ionospheric numerical model. Plasma bubble analysis were done 
                         using TEC mapping technique. The continuous monitoring of the TEC 
                         allowed to observe plasma bubbles from the moment of its 
                         generation until its disappearance. In addition, the extensive 
                         spatial coverage of the TEC allowed to observe bubbles in the 
                         region of the magnetic equator and their development up to 35S of 
                         latitude. In this work, an extensive database of TEC, obtained 
                         between January 2012 and February 2016, was analyzed. In this 
                         period, it was possible to characterize plasma bubbles from 655 
                         nights. The main observed results are highlighted: (1) the zonal 
                         drift velocity of the plasma bubbles presented a visible 
                         latitudinal gradient, varying from 123 m/s, in equator, to 65 m/s, 
                         in 35\${o}\$S of latitude; (2) in most of the cases, the 
                         occurrence of plasma bubbles presented a periodic longitudinal 
                         distribution, where it was possible to observe 3 to 4 equidistant 
                         plasma bubbles. The distance between adjacent bubbles also 
                         presented a clear latitudinal gradient, varying from 920 km, in 
                         equator, to 640 km, in 30\${o}\$S of latitude. In some 
                         occasions, distances between adjacent bubbles greater than 2000 km 
                         were observed in the equator; (3) in \$\sim\$ 88\% of cases, 
                         plasma bubbles developed up to 20\${o}\$S of latitude, 
                         corresponding to an Apex height of 777 km. Plasma bubbles have 
                         also been observed up to 30\${o}\$S of latitude, corresponding 
                         to an Apex height of 1511 km; (4) the latitudinal extention of the 
                         plasma bubbles presented a considerable inclination in relation to 
                         the magnetic field lines, presenting a good agreement with the 
                         monthly average of the zonal wind latitudinal variation obtained 
                         by the HWM14 model; (5) analysis of the meridional development of 
                         plasma bubbles showed a displacement to north or south of the 
                         magnetic equator. Plasma bubbles presented an asymmetry in their 
                         meridional development around the magnetic equator. The major 
                         occurrence of the displacement to north (south) of the magnetic 
                         equator was observed in the months of January and December 
                         (March/April and September/October), and minor in the months of 
                         March/April and August/September (January and December). 
                         Asymmetries in the meridional development of plasma bubbles have 
                         not yet been studied, which reinforces the importance of the 
                         present work. To investigate the asymmetries, we used a numerical 
                         model that considers the action of the neutral wind to simulate 
                         the formation of the plasma bubbles on magnetic equator and its 
                         development up to 30\${o}\$S of latitude. Numerical simulations 
                         have revealed that these asymmetries are due to a transequatorial 
                         meridional wind. A transequatorial meridional wind blowing to 
                         north (south) causes a displacement of the plasma bubbles to north 
                         (south) of the magnetic equator.",
            committee = "Souza, Jonas Rodrigues de (presidente) and Takahashi, Hisao 
                         (orientador) and Wrasse, Cristiano Max (orientador) and Kherani, 
                         Esfhan Alan and Costa, Ricardo Arlen Buriti da and Fagundes, Paulo 
                         Roberto",
         englishtitle = "Formation and development of plasma bubbles in the equatorial 
                         ionosphere: observation and simulation",
             language = "pt",
                pages = "221",
                  ibi = "8JMKD3MGP3W34P/3Q2L8L5",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3Q2L8L5",
           targetfile = "publicacao.pdf",
        urlaccessdate = "24 nov. 2020"
}


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