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		<citationkey>OliveiraSouBarSanAlm:2018:DiCoFe</citationkey>
		<author>Oliveira, Leidiane Leão de,</author>
		<author>Sousa, Clodoaldo,</author>
		<author>Barreto, Naurinete de Jesus da Costa,</author>
		<author>Santos, Gedinara Paiva dos,</author>
		<author>Almeida, Rodolfo Maduro,</author>
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		<group>CGCEA-CGCEA-INPE-MCTIC-GOV-BR</group>
		<affiliation>Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)</affiliation>
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		<affiliation>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)</affiliation>
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		<title>Ilha de calor urbana: diagnóstico como ferramenta de gestão ambiental urbana para a cidade de Santarém - PA</title>
		<journal>Revista Ibero-Americana de Ciência Ambientais</journal>
		<year>2018</year>
		<volume>9</volume>
		<number>6</number>
		<abstract>Estudos sobre o clima urbano nem sempre estão presentes nos instrumentos legais de planejamento, limitando-se muitas vezes à climatologia regional. É o caso do Plano Diretor e de arborização de Santarém, que não leva em consideração dados meteorológicos. A hipótese central deste trabalho é que, com a expansão da malha urbana na região Santarém-Curuá-Una e Santarém-Alter do Chão, o gradiente de temperatura entre a área urbanizada e seus entornos tende a aumentar provocando a formação/intensificação de Ilhas de Calor Urbana e impactos no conforto ambiental da população. O objetivo desta pesquisa foi o analisar as variações microclimáticas nas escalas espaço-temporal e a identificação de Ilhas de Calor Urbana  ICU, usando dados de superfície, em Santarém-PA. Esta cidade é a terceira maior do estado, tanto em dimensões territoriais como em população. A temperatura e a umidade do ar foram medidas ao longo de dois transectos, utilizando-se de termohigrômetro digital, totalizando 31 pontos de coleta. As medições foram efetuadas nos dias 28 e 29 de janeiro de 2016, entre 09:00 h e 21:00 h. O estudo concluiu que Santarém apresenta elevadas temperaturas ao longo do dia e diferenças significativas de temperatura entre locais com diferentes concentrações de construções e pavimentação, ficando comprovada a formação de Ilhas de Calor. Também podemos destacar que o padrão de variação espacial de temperatura do ar e de umidade relativa evidencia que a cidade de Santarém já configura variação termo-higrométrica de centros urbanos, mesmo tendo proximidade com rios, igarapés e florestas. Na região de Santarém-Alter do Chão, a temperatura da área rural foi menor quando comparada à urbana, o que resulta em formação de Ilha de Calor Urbana, com intensidade forte e muito forte em todos os horários analisados. Isso implica em uma maior atenção de políticas públicas voltadas para esta área, visto que na Minuta do Projeto de Lei de Revisão do Plano Diretor de Santarém (2017) esta área é de expansão urbana. Recomenda-se que sejam desenvolvidas políticas públicas de arborização e que as licenças para novos loteamentos e ordenamentos insiram áreas verdes em seus projetos, assim como políticas voltadas à manutenção e à remediação das áreas de proteção permanente ao longo dos igarapés e dos lagos inseridos nesta área. Há grandes chances de que a intensidade da Ilha de Calor Urbana aumente e impacte negativamente o conforto ambiental da população.</abstract>
		<notes>Edição especial do Congresso de Gestão Ambiental do Baixo Amazonas (CONGABA0</notes>
		<language>pt</language>
		<typeofwork>conference paper</typeofwork>
		<secondarytype>PRE PN</secondarytype>
		<dissemination>PORTALCAPES</dissemination>
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		<secondarymark>B2_INTERDISCIPLINAR B3_GEOGRAFIA B3_ADMINISTRAÇÃO,_CIÊNCIAS_CONTÁBEIS_E_TURISMO B4_ENGENHARIAS_III B5_ENSINO B5_ENGENHARIAS_I B5_CIÊNCIAS_AMBIENTAIS B5_CIÊNCIAS_AGRÁRIAS_I B5_BIODIVERSIDADE</secondarymark>
		<tertiarymark>Trabalho não Vinculado à Tese/Dissertação</tertiarymark>
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