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@InProceedings{FigueiredoTaWrOtShBa:2018:MoDiPr,
               author = "Figueiredo, Cosme Alexandre Oliveira Barros and Takahashi, Hisao 
                         and Wrasse, Cristiano Max and Otsuka, Yuichi and Shiokawa, Kazuo 
                         and Barros, D.",
          affiliation = "{Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)} and {Instituto 
                         Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)} and {Instituto Nacional de 
                         Pesquisas Espaciais (INPE)} and {Nagoya University} and {Nagoya 
                         University} and {Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais 
                         (INPE)}",
                title = "Investiga{\c{c}}{\~a}o dos MSTIDS noturnos observados por 
                         imagens {\'o}ticas da termosfera em baixas latitudes: morfologia, 
                         dire{\c{c}}{\~a}o de propaga{\c{c}}{\~a}o e filtragem",
                 year = "2018",
         organization = "Simp{\'o}sio Brasileiro de Geof{\'{\i}}sica Espacial e 
                         Aeronomia, 7. (SBGEA)",
             abstract = "Diferentes tipos de MSTIDs (sigla em ingl{\^e}s, Medium Scale 
                         Traveling Ionospheric Disturbances) foram observados em Cachoeira 
                         Paulista (22,4S; 45,0O), Brasil, de junho de 2013 a dezembro de 
                         2015, usando imagens da emiss{\~a}o do OI 630.0 nm. Durante o 
                         per{\'{\i}}odo de estudo, 58 MSTIDs foram identificados e 
                         classificados como: MSTIDs banda escura (10 eventos) e MSTIDs 
                         peri{\'o}dicos (48 eventos). Os MSTIDs banda escura apresentam 
                         velocidade de fase entre 50 e 200 m/s e dire{\c{c}}{\~a}o de 
                         propaga{\c{c}}{\~a}o para noroeste. Por outro lado, os MSTIDs 
                         peri{\'o}dicos t{\^e}m velocidade de fase de 50 a 200 m/s, 
                         comprimento de onda horizontal entre 80 e 160 km, per{\'{\i}}odo 
                         observado entre 5 e 45 minutos e dire{\c{c}}{\~a}o de 
                         propaga{\c{c}}{\~a}o principalmente para norte-nordeste. Os 
                         par{\^a}metros das ondas indicam que os MSTIDs peri{\'o}dicos 
                         t{\^e}m caracter{\'{\i}}sticas diferentes quando comparadas com 
                         os MSTIDs banda escura, sugerindo que os MSTIDs peri{\'o}dicos 
                         n{\~a}o s{\~a}o gerados por meio da instabilidade Perkins junto 
                         com o acoplamento entre as regi{\~o}es E e F. Dessa forma, o 
                         presente estudo indica que as caracter{\'{\i}}sticas espectrais 
                         encontradas no Brasil s{\~a}o diferentes de outras regi{\~o}es, 
                         e.g., Jap{\~a}o, Indon{\'e}sia e {\'{\I}}ndia. Portanto, a 
                         an{\'a}lise estat{\'{\i}}stica dos par{\^a}metros de onda 
                         (comprimento de onda, velocidade de fase, per{\'{\i}}odo, 
                         dire{\c{c}}{\~a}o de propaga{\c{c}}{\~a}o e sazonalidade) e a 
                         investiga{\c{c}}{\~a}o dos mecanismos de gera{\c{c}}{\~a}o dos 
                         MSTIDs peri{\'o}dicos em baixas latitudes s{\~a}o importantes 
                         para a comunidade cient{\'{\i}}fica. Al{\'e}m disso, a 
                         anisotropia observada na dire{\c{c}}{\~a}o de 
                         propaga{\c{c}}{\~a}o dos MSTIDs peri{\'o}dicos pode ser 
                         explicada por diferentes mecanismos.",
  conference-location = "Santa Maria, RS",
      conference-year = "05-09 nov",
             language = "pt",
           targetfile = "page-163.pdf",
        urlaccessdate = "25 nov. 2020"
}


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