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@TechReport{BertollottoNard:2018:EsElRe,
               author = "Bertollotto, Thain{\'a} de Oliveira and De Nardin, Cl{\'e}zio 
                         Marcos",
                title = "Estudo da eletrodin{\^a}mica da regi{\~a}o e ionosf{\'e}rica 
                         baseada em dados de sondadores digitais e modelagem num{\'e}rica 
                         para aplica{\c{c}}{\~a}o no monitoramento e previs{\~a}o do 
                         clima espacial",
          institution = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais",
                 year = "2018",
                 type = "RPQ",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                 note = "{Bolsa PIBIC/INPE/CNPq}",
             keywords = "ionosfera, sondadores digitais, clima espacial.",
             abstract = "A regi{\~a}o E ionosf{\'e}rica est{\'a} localizada entre 90 e 
                         130 km de altitude, no qual ocorrem adensamentos de plasma 
                         denominados de camadas E-espor{\'a}dicas (Es). Estas camadas Es 
                         s{\~a}o diferenci{\'a}veis de acordo com a sua 
                         forma{\c{c}}{\~a}o, morfologia no ionograma, altitude e latitude 
                         de onde s{\~a}o observadas. Assim, elas s{\~a}o classificadas em 
                         letras min{\'u}sculas como l, f, c, h, a, e q. Contudo, os 
                         ionogramas dessas camadas podem ser afetados por eventos externos 
                         como os flares solares. Os flares solares s{\~a}o filamentos 
                         carregados de Raios-X que se desprendem do Sol em 
                         dire{\c{c}}{\~a}o a Terra. Eles s{\~a}o detectados atrav{\'e}s 
                         do sat{\'e}lite GOES (Geostationary Operational Environmental 
                         Satellites) e pode ser divido de acordo com sua intensidade em A, 
                         B, C, M e X, sendo M e X os mais intensos. Quando os flares 
                         solares mais intensos entram em contato com a ionosfera, as ondas 
                         de r{\'a}dio na faixa de HF s{\~a}o absorvidas resultando no 
                         fen{\^o}meno denominado de blackout. Portanto, neste trabalho 
                         ser{\'a} apresentada uma an{\'a}lise quantitativa do tempo em 
                         que um flare solar (de classe M ou X) leva para influenciar a 
                         ionosfera causando os blackouts. Al{\'e}m disso, ser{\'a} 
                         mostrado o n{\'{\i}}vel de influ{\^e}ncia dos flares solares 
                         nas camadas Es ionosf{\'e}ricas para as de Boa Vista RR (02 49 
                         N, 60 40 O), S{\~a}o Lu{\'{\i}}s MA (2 31 S, 44 16 O) e 
                         Cachoeira Paulista SP (22 39 S, 45 00 O) no per{\'{\i}}odo de 
                         2015. Para complementar este trabalho, ser{\'a} apresentado um 
                         estudo de caso desta intera{\c{c}}{\~a}o para as regi{\~o}es 
                         brasileiras mencionadas acima.",
          affiliation = "{Universidade de Taubat{\'e} (UNITAU)} and {Instituto Nacional de 
                         Pesquisas Espaciais (INPE)}",
             language = "pt",
                pages = "51",
                  ibi = "8JMKD3MGP3W34R/42J3F6L",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/42J3F6L",
           targetfile = "Thain{\'a} de Oliveira Bertollotto.pdf",
        urlaccessdate = "27 jan. 2021"
}


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