Fechar
Metadados

@TechReport{MoorPaulSchu:2006:EsEfTe,
               author = "Moor, Lilian Piecha and Paula, Eurico Rodrigues de and Schuch, 
                         Nelson Jorge",
                title = "Estudos dos efeitos das tempestades magn{\'e}ticas nas 
                         irregularidades ionosf{\'e}ricas utilizando sinais GPS",
          institution = "Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais",
                 year = "2006",
                 type = "RPQ",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                 note = "{Bolsa PIBIC/INPE/CNPq}",
             keywords = "tempestade magn{\'e}tica, irrregularidade ionosf{\'e}rica.",
             abstract = "Com o intuito de estudar os efeitos das tempestades 
                         magn{\'e}ticas, como por exemplo, as bolhas de plasma, a 
                         Divis{\~a}o de Aeronomia DAE/INPE, em colabora{\c{c}}{\~a}o com 
                         a Universidade de Cornell (EUA), mant{\'e}m 13 receptores GPS 
                         instalados em 8 pontos de observa{\c{c}}{\~a}o, 
                         distribu{\'{\i}}dos no Territ{\'o}rio Brasileiro. Estes 
                         receptores s{\~a}o monitores de cintila{\c{c}}{\~a}o em 
                         amplitude (SCINTMON) da portadora L1 transmitida pelos 
                         sat{\'e}lites GPS. O Sistema GPS consiste numa rede de 24 
                         sat{\'e}lites distribu{\'{\i}}dos em 6 diferentes {\'o}rbitas 
                         em torno da Terra. Cada sat{\'e}lite emite constantemente dois 
                         sinais com freq{\"u}{\^e}ncias na banda L, 1,57542 GHz e 1,22760 
                         GHz. O sinal do GPS pode ser degradado ao transpor a Ionosfera. 
                         Esta regi{\~a}o atmosf{\'e}rica que se estende desde os 60 km 
                         at{\'e} aproximadamente 1500 km de altitude {\'e} formada, na 
                         sua por{\c{c}}{\~a}o superior, pela ioniza{\c{c}}{\~a}o de 
                         gases atmosf{\'e}ricos N2, O2 e O. A fonte de 
                         ioniza{\c{c}}{\~a}o mais significativa {\'e} a 
                         radia{\c{c}}{\~a}o solar no espectro do Extremo Ultra- Violeta 
                         (EUV) e Raios-X. A ionosfera apresenta irregularidades, entre elas 
                         citamos, por exemplo, as bolhas de plasma. Estas s{\~a}o 
                         regi{\~o}es de rarefa{\c{c}}{\~a}o do plasma ionosf{\'e}rico, 
                         as quais causam mudan{\c{c}}as no {\'{\i}}ndice de 
                         refra{\c{c}}{\~a}o no meio, sendo capazes de dispersar ondas de 
                         r{\'a}dios transionosf{\'e}ricas como o sinal emitido pelo GPS. 
                         Quando estas flutua{\c{c}}{\~o}es s{\~a}o devido ao efeito das 
                         bolhas de plasma sobre os sinais de GPS elas s{\~a}o denominadas 
                         como cintila{\c{c}}{\~o}es ionosf{\'e}ricas. O aparecimento 
                         destas bolhas tende a seguir um determinado padr{\~a}o sazonal. A 
                         {\'e}poca de observa{\c{c}}{\~a}o das bolhas ionosf{\'e}ricas 
                         normalmente tem in{\'{\i}}cio em setembro e segue at{\'e} 
                         mar{\c{c}}o. Com rela{\c{c}}{\~a}o ao hor{\'a}rio de 
                         ocorr{\^e}ncia, elas s{\~a}o observadas nos per{\'{\i}}odos 
                         entre as 18 horas e 6 horas (hora local). Entretanto, asbolhas 
                         ionosf{\'e}ricas podem ser observadas em outras 
                         esta{\c{c}}{\~o}es do ano em per{\'{\i}}odos magneticamente 
                         perturbados devido {\`a} penetra{\c{c}}{\~a}o no equador 
                         magn{\'e}tico de campos el{\'e}tricos de origem 
                         magnetosf{\'e}rica. Atrav{\'e}s do processamento destes dados, 
                         obtemos a eleva{\c{c}}{\~a}o de cada sat{\'e}lite no campo de 
                         visada do receptor e os valores de pot{\^e}ncia de sinal 
                         recebido. A partir deste {\'u}ltimo, identificamos a 
                         ocorr{\^e}ncia ou n{\~a}o de cintila{\c{c}}{\~a}o do sinal. O 
                         {\'{\i}}ndice de atividade magn{\'e}tica Dst foi adotado para 
                         caracterizar magneticamente o per{\'{\i}}odo considerado neste 
                         estudo. Este {\'{\i}}ndice permite ser utilizado para 
                         apresentarmos uma correla{\c{c}}{\~a}o entre a 
                         observa{\c{c}}{\~a}o das irregularidades ionosf{\'e}ricas sobre 
                         o territ{\'o}rio brasileiro utilizando dados de GPS e a atividade 
                         magn{\'e}tica, especialmente seus efeitos no Sul do Brasil. 
                         Trabalho de pesquisa desenvolvido no Centro Regional Sul de 
                         Pesquisas Espaciais CRSPE/INPE MCT, em Santa Maria, RS.",
          affiliation = "{Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)} and {Instituto 
                         Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)} and {Instituto Nacional de 
                         Pesquisas Espaciais (INPE)}",
             language = "pt",
                pages = "88",
                  ibi = "8JMKD3MGP3W34R/42UJR9E",
                  url = "http://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/42UJR9E",
           targetfile = "Llilian Piecha Moor.pdf",
        urlaccessdate = "11 ago. 2020"
}


Fechar