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@Article{VasconcellosMartCava:2019:MoImSo,
               author = "Vasconcellos, Fenanda Cerqueira and Martins, Renan and Cavalcanti, 
                         Iracema Fonseca de Albuquerque",
          affiliation = "{Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)} and {Universidade 
                         Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)} and {Instituto Nacional de 
                         Pesquisas Espaciais (INPE)}",
                title = "Month-to-Month Impacts of Southern Annular Mode Over South America 
                         Climate",
              journal = "Anu{\'a}rio do Instituto de Geoci{\^e}ncias",
                 year = "2019",
               volume = "42",
               number = "1",
                pages = "783--792",
             keywords = "Modo Anular Sul, Am{\'e}rica do Sul, Variabilidade 
                         Clim{\'a}tica, Southern Annular Mode, South America, climate 
                         variability.",
             abstract = "Este artigo teve como objetivo analisar o impacto, m{\^e}s a 
                         m{\^e}s, das fases do Modo Anular Sul (Southern Hemisphere 
                         Annular Mode - SAM) na Am{\'e}rica do Sul (AS), visando fornecer 
                         melhores recursos para estudos e previs{\~o}es clim{\'a}ticas. 
                         Para o c{\'a}lculo do {\'{\i}}ndice SAM (aqui chamado de NSAM), 
                         utilizou-se a Fun{\c{c}}{\~a}o Ortogonal Emp{\'{\i}}rica nas 
                         anomalias de altura geopotencial em 700 hPA, na regi{\~a}o ao sul 
                         de 30šS. An{\'a}lises de compostos foram realizadas excluindo os 
                         anos de El Niņo-Oscila{\c{c}}{\~a}o Sul (ENOS). Os resultados 
                         indicam que o Sudeste da AS (SEAS) e parte das Regi{\~o}es 
                         Sudeste e Centro-Oeste do Brasil s{\~a}o as regi{\~o}es mais 
                         afetadas pelo SAM. Entretanto, seu impacto difere m{\^e}s a 
                         m{\^e}s e nem sempre h{\'a} uma influ{\^e}ncia oposta entre as 
                         fases do SAM. Para a temperatura do ar, os meses de mar{\c{c}}o, 
                         maio, julho, agosto, setembro e novembro mostram anomalias 
                         positivas (negativas) afetando as regi{\~o}es citadas acima 
                         durante a fase negativa (positiva) do SAM. Entretanto, a 
                         abrang{\^e}ncia dessas anomalias difere entre os meses. Fevereiro 
                         e dezembro apresentam um dipolo de anomalia de temperatura, com 
                         anomalias positivas (negativas) no SEAS e negativas (positivas) ao 
                         norte, na fase negativa (positiva) do SAM. Janeiro apresentou um 
                         comportamento diferente comparado aos outros meses, mas 
                         tamb{\'e}m mostra um sinal aproximadamente oposto entre as fases 
                         do SAM. As anomalias de precipita{\c{c}}{\~a}o indicam um 
                         enfraquecimento (intensifica{\c{c}}{\~a}o) da Zona de 
                         Converg{\^e}ncia do Atl{\^a}ntico Sul na fase negativa 
                         (positiva) do SAM (novembro-janeiro e mar{\c{c}}o). A regi{\~a}o 
                         do SEAS mostra anomalias positivas (negativas) de 
                         precipita{\c{c}}{\~a}o na fase negativa (positiva) do SAM, 
                         durante os meses de mar{\c{c}}o a junho e dezembro. Contudo, em 
                         outubro, o SAM influencia essa regi{\~a}o de forma oposta. Um 
                         estudo de caso (janeiro de 2017 fase negativa do SAM ENOS neutro) 
                         mostrou uma grande similaridade com o composto de 
                         precipita{\c{c}}{\~a}o de janeiro, ratificando os resultados. 
                         Por{\'e}m, para a temperatura do ar, somente a regi{\~a}o 
                         pr{\'o}xima {\`a} costa apresentou similaridade com o composto 
                         correspondente. ABSTRACT: The goal of this paper is to study 
                         month-to-month impacts of Southern Hemisphere Annular Mode (SAM) 
                         phases over South America (SA). Composite analyses were performed 
                         excluding ENSO years. Southeastern SA (SESA), part of Southeastern 
                         and Central-West of Brazil seem to be more affected by SAM. 
                         However, SAM influences are different for each month, and there 
                         are also differences of the influences between SAM phases (not 
                         always opposite). For air temperature, March, May, July, August, 
                         September, and November show positive (negative) anomalies 
                         affecting regions cited above during the negative (positive) SAM 
                         phase. Although, the coverage of these anomalies is different 
                         among these months. February and December present a temperature 
                         anomaly dipole, with positive (negative) anomaly at SESA and 
                         negative (positive) northward, in the negative (positive) SAM 
                         phase. January has a different behavior compared with other months 
                         but also presents a nearly opposite signal between SAM phases. 
                         Precipitation anomalies composites indicate a weakening 
                         (strengthening) of South Atlantic Convergence Zone configuration 
                         at negative (positive) SAM phase (November-January and March). 
                         SESA region shows positive (negative) precipitation anomalies at 
                         negative (positive) SAM phases, during March-June and December. 
                         Nevertheless, in October, SAM oppositely influences this region. A 
                         case study (January 2017 - negative SAM - neutral ENSO) shows 
                         great similarity with the precipitation composites, ratifying the 
                         results. However, for temperature, the coastal region is the only 
                         which presents similarity with the composites.",
                  doi = "10.11137/2019_1_783_792",
                  url = "http://dx.doi.org/10.11137/2019_1_783_792",
                 issn = "0101-9759",
                label = "lattes: 3139923711896415 2 VasconcellosMartCava:2019:MoImSo",
             language = "en",
           targetfile = "2019_1_783_792.pdf",
                  url = "http://dx.doi.org/10.11137/2019_1_783_792",
        urlaccessdate = "02 dez. 2020"
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