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A expressão de busca foi <ref report and firstg *-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR and y 2013>.
11 referências foram encontradas buscando em 15 dentre 15 sites
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Data e hora local de busca: 24/02/2021 21:07.

Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/3QRRL25
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2018/04.06.13.17
Última Atualização2021:01.02.14.18.16 sergio
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2018/04.06.13.17.32
Última Atualização dos Metadados2021:02.24.02.57.55 administrator
Chave de CitaçãoAndersonDuArShDuAnMa:2013:MoGlTo
TítuloProjeto Panamazônia II: monitoramento global de toda a América do Sul: mapeamento multidecadal de uso da terra e mapeamento mensal de áreas queimadas
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRDP
Número de Páginas10
Número de Arquivos2
Tamanho4217 KiB
Área de contextualização
Autor1 Anderson, Liana O.
2 Duarte, Valdete
3 Arai, Egídio
4 Shimabukuro, Yosio Edemir
5 Duarte, Brenda Neiva
6 Andere, Luaê
7 Martini, Paulo Roberto
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JJAU
3 8JMKD3MGP5W/3C9JGUP
4 8JMKD3MGP5W/3C9JJCQ
5
6
7 8JMKD3MGP5W/3C9JJ3M
Grupo1 SER-SRE-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
2 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
3 DAE-CEA-INPE-MCTI-GOV-BR
4 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
5 SER-SRE-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
6 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
7 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
4 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
5 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
6 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
7 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1
2 valdete.duarte@inpe.br
3 egidio.arai@inpe.br
4 yosio.shimabukuro@inpe.br
5
6 luae.andere@inpe.br
7 paulo.martini@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2018-04-06 13:18:13 :: simone :: -> 2013
2018-04-06 13:18:58 :: simone -> administrator :: 2013
2020-12-07 21:11:23 :: administrator -> simone :: 2013
2020-12-28 19:47:20 :: simone -> sergio :: 2013
2021-01-02 14:19:55 :: sergio -> administrator :: 2013
2021-02-24 02:57:55 :: administrator -> sergio :: 2013
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-ChavePanamazônia, uso da terra, queimadas.
AreaSRE
ArranjoBDMCI > Fonds > Produção > DIDAE > Projeto Panamazônia II:...
Conteúdo da Pasta source
publicacao.pdf 02/01/2021 12:19 3.7 MiB
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 06/04/2018 10:17 1.7 KiB 
LISTA PRODUCAOCIENTIFICA VALDETE DUARTE.docx 02/01/2021 12:18 16.2 KiB 
TERMO DE DEPOSITO ASSINADO VALDETE DUARTE PRODUÇÃO CIENTIFICA.pdf 28/12/2020 17:52 397.1 KiB 
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/3QRRL25
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34R/3QRRL25
Idiomapt
Grupo de Usuáriossergio
simone
Visibilidadeshown
Licença de Direitos Autoraisurlib.net/www/2012/11.12.15.10
Permissão de Leituraallow from all
Permissão de Atualizaçãonão transferida
Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3ER446E
8JMKD3MGPCW/3ETL868
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
Área de notas
Campos Vaziosabstract archivingpolicy archivist callnumber contenttype copyholder creatorhistory date descriptionlevel doi e-mailaddress edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readergroup reportnumber rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject targetfile tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m16d.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP7W/3DNT2PE
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m19/2013/03.18.13.59   (acesso restrito)
Última Atualização2013:04.05.11.49.28 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m19/2013/03.18.13.59.58
Última Atualização dos Metadados2021:02.11.18.25.09 administrator
Número do RelatórioINPE-17143-RPQ/265
Chave de CitaçãoOliveiraPradRocc:2013:AlCaMi
TítuloAn algorithm to calculate minimum fuel low thrust transfers for satellites around the Earth
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas15
Número de Arquivos1
Tamanho797 KiB
Área de contextualização
Autor1 Oliveira, Thais Carneiro
2 Prado, Antonio Fernando Bertachini de Almeida
3 Rocco, Evandro Marconi
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JGJA
3 8JMKD3MGP5W/3C9JH37
Grupo1 CMC-ETES-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
2 DMC-ETE-INPE-MCTI-GOV-BR
3 DMC-ETE-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 thais.tata@gmail.com
2 prado@dem.inpe.br
3 evandro@dem.inpe.br
Endereço de e-Mailthais.tata@gmail.com
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2013-03-18 13:59:58 :: thais.tata@gmail.com -> yolanda ::
2013-04-02 18:32:06 :: yolanda -> lmanacero@yahoo.com ::
2013-04-03 12:32:35 :: lmanacero@yahoo.com -> tereza@sid.inpe.br ::
2013-04-05 11:39:22 :: tereza@sid.inpe.br -> lmanacero@yahoo.com ::
2013-04-05 11:49:57 :: lmanacero@yahoo.com -> tereza@sid.inpe.br ::
2013-04-08 13:05:25 :: tereza@sid.inpe.br :: -> 2013
2013-04-08 13:48:22 :: tereza@sid.inpe.br -> administrator :: 2013
2013-06-06 12:39:05 :: administrator -> marcelo.pazos@sid.inpe.br :: 2013
2013-06-06 12:44:06 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2013
2021-02-11 18:25:09 :: administrator -> :: 2013
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chaveorbital maneuvers, astrodynamics, space trajectories, low thrust, optimization.
AreaETES
ArranjoRepositório da BDMCI > Fonds INPE > Produção > CMC > An algorithm to...
Conteúdo da Pasta source
Originais/@4primeirasPaginas.pdf 03/04/2013 09:16 796.7 KiB 
Originais/paper1.docx 27/02/2013 13:40 1.2 MiB
Originais/paper1.pdf 03/04/2013 09:11 796.5 KiB 
publicacao.pdf 03/04/2013 09:22 314.5 KiB 
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 18/03/2013 10:59 1.7 KiB 
Área de condições de acesso e uso
Idiomaen
Arquivo Alvo@4primeirasPaginas.pdf
Grupo de Usuárioslmanacero@yahoo.com
marcelo.pazos@inpe.br
tereza@sid.inpe.br
thais.tata@gmail.com
Grupo de Leitoresadministrator
lmanacero@yahoo.com
marcelo.pazos@inpe.br
tereza@sid.inpe.br
yolanda.souza@mcti.gov.br
Visibilidadeshown
Detentor da CópiaSID/SCD
Permissão de Leituradeny from all
Permissão de Atualizaçãonão transferida
Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhoiconet.com.br/banon/2006/11.26.21.31
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3F2UALS
8JMKD3MGPCW/446AF4B
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirosid.inpe.br/mtc-m19@80/2009/08.21.17.02
Área de notas
Campos Vaziosabstract archivingpolicy archivist callnumber contenttype copyright creatorhistory date descriptionlevel doi edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SBBTH
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.46
Última Atualização2020:07.17.19.46.27 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.46.27
Última Atualização dos Metadados2021:02.06.22.03.26 administrator
Chave de CitaçãoRosaOlivSilvCarv:2013:AvSeBi
TítuloAvaliação da sensibilidade dos biomas Amazônia e cerrado à seca utilizando tipos funcionais de plantas (TFPs)
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas43
Número de Arquivos1
Tamanho2393 KiB
Área de contextualização
Autor1 Rosa, Jéssica de Paula Gonçalves
2 Oliveira, Gilvan Sampaio de
3 Silva, Emily Ane Dionizio da
4 Carvalho, Suzana Maria Inácio de
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JHBE
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
3 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
4 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Faculdade Teresa D'Avila (FATEA)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
4 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 jessica.rosa@inpe.br
2 gilvan.sampaio@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2020-07-17 19:46:27 :: simone -> administrator ::
2021-02-06 22:03:26 :: administrator -> simone :: 2013
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-ChaveBiomas, Amazônia, Cerrado.
ResumoModelos de biosfera terrestre são os componentes dos modelos climáticos que simulam a interação entre a biosfera e superfície dos continentes e a atmosfera. O objetivo geral deste trabalho é avaliar a sensibilidade dos biomas Amazônia e Cerrado à seca, através de simulações com a versão pontual do modelo de biosfera terrestre InLand/IBIS, o qual representa um modelo de quarta geração e integra a maioria dos processos superficiais relevantes para o sistema climático, contribuindo com informações sobre como a vegetação tropical utiliza e dimensiona as trocas de carbono em condições de seca no sistema solo-planta-atmosfera. Foram realizadas simulações na Amazônia, com as condições da torre do sítio experimental k83 (0303'01''S, 5456'W), localizado na Floresta Nacional do Tapajós. Simulações no Cerrado não foram possíveis de serem realizadas nesta etapa, devido à ausência de dados observacionais de entrada para o modelo. As simulações com o modelo InLand foram realizadas de forma que a simulação (1) utilizou a configuração default, ou seja, condição inicial do modelo, a simulação (2) alterando os parâmetros de distribuição de raízes (B2), simulação (3) alterando a capacidade máxima da enzima RuBisCo (Vmáx) e simulação (4) alterando a concentração de CO2. Vale ressaltar que as simulações foram realizadas considerando a vegetação dinâmica, no qual o índice de área foliar, altura dos tipos funcionais de plantas e outras características fenológicas da vegetação são determinadas dinamicamente em resposta às forçantes ambientais. Os resultados demonstram que a taxa do aumento do valor de Vmáx de 60 mol m-2s-1 para 120 mol m-2s-1, influenciou diretamente os valores de produtividade aumentando a fixação de carbono pelas plantas ao longo de todo período simulado, mesmo em meses de menor precipitação. Assim, é possível concluir que o modelo consegue aplicar um estresse à planta quando alterado o valor de Vmáx, e que este estresse pode ser manipulado através dos valores de Vmáx utilizado nas simulações. Também foi possível analisar que a produtividade primária bruta (GPP) e produtividade primária líquida (NPP) foram maiores quando se considerou uma atmosfera enriquecida com CO2. Desta forma, a representação da troca líquida (NEE) entre a atmosfera e as plantas apresentou-se como um sumidouro de carbono quando considerada CO2 = 700ppm e uma fonte de carbono para atmosfera quando considerada CO2= 300ppm. Em relação à alteração das raízes, quando considerada uma distribuição mais uniforme da raiz (B2=0.980), o estresse hídrico é maior em relação utilização (B2=0.999). Isto ocorre, pois quando utilizado B2=0.999, a maior parte das raízes está alocada nas camadas mais profundas, as quais justamente possuem maior quantidade de água, e contribuem para a manutenção da produtividade durante o período de menor precipitação. Desta forma, é possível concluir nesta primeira etapa que o parâmetro B2 é um dos parâmetros capazes de melhorar a representação dos fluxos de carbono na Amazônia.
AreaCST
Arranjo
Conteúdo da Pasta sourcenão têm arquivos
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 17/07/2020 16:46 1.7 KiB 
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/42SBBTH
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34R/42SBBTH
Idiomapt
Arquivo AlvoJessica de Paula Gonçalves Rosa.pdf
Grupo de Usuáriossimone
Visibilidadeshown
Permissão de Leituraallow from all
Permissão de Atualizaçãonão transferida
Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
Área de notas
NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype copyholder copyright creatorhistory date descriptionlevel doi e-mailaddress edition format isbn issn label lineage mark nextedition nexthigherunit orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readergroup reportnumber rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SBB7H
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.37
Última Atualização2020:07.17.19.37.55 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.37.55
Última Atualização dos Metadados2021:02.06.22.03.26 administrator
Chave de CitaçãoSilvaRodrRand:2013:AnOpRe
TítuloAnálise da operação dos reservatórios das bacias dos rios Madeira e Tocantins e sua relação com clima atual e projeções futuras
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas49
Número de Arquivos1
Tamanho1304 KiB
Área de contextualização
Autor1 Silva, Lucas Chilelli da
2 Rodriguez, Daniel Andrés
3 von Randow, Rita de Cássia Silva
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
3 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 chilelli.unifei@gmail.com
2 daniel.andres@inpe.br
3 rita.vonrandow@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2020-07-17 19:37:55 :: simone -> administrator ::
2021-02-06 22:03:26 :: administrator -> simone :: 2013
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chavereservatórios, vazões, climatologia.
ResumoUm reservatório de água é resultado da ação antrópica no ambiente, seja pela construção de uma barragem, seja pela formação artificial de um lago para os mais diversos fins, como abastecimento de água, aproveitamento hidroelétrico, lazer, entre outros. Os reservatórios formados por usinas hidroelétricas impactam diretamente os ecossistemas da área de entorno, alterando por exemplo os padrões do microclima da região pelo aumento da área disponível para evaporação. Por outro lado, a capacidade de armazenamento pode ser afetada por mudanças climáticas que possam vir a ocorrer, afetandoo regime de vazões das quais esses reservatórios são dependentes para manter a finalidade para a qual foram construídos. O setor elétrico brasileiro passa por um momento de contínua expansão e a maior fonte de energia renovável do país é exatamente a hidroelétrica, que corresponde a cerca de 88% da matriz renovável do Brasil. A partir dessa informação é possível perceber a importância do estudo do impacto que as mudanças climáticas terão nos padrões de operação e na disponibilidade hídrica para a geração de energia hidroelétrica. Das duas bacias hidrográficas estudadas a do rio Tocantins já possui grande parte de seu potencial aproveitado, cerca de 90%, enquanto que o rio Madeira constitui um grande potencial promissor para investimento. Atualmente estão em construção duas usinas no curso do rio Madeira, a Usina Hidroelétrica de Jirau e a Usina Hidroelétrica de Santo Antônio, ambas com mais de 3.000 Mw de potência instalada. O objetivo desse trabalho foi montar um banco de dados de vazões obtidos nas agências reguladoras de água e energia do Brasil e a partir desses dados inferir os planos de operação das hidroelétricas do Tocantins e Madeira. Foram geradas equações que relacionam a vazão afluente com a vazão defluente dos reservatórios nas duas bacias. Essas equações poderão ser incorporadas a modelos hidrológicos de grandes bacias como o desenvolvido pelo INPE (MGB/INPE), para que através de simulações de diferentes cenários de mudanças climáticas seja possível prever a disponibilidade hídrica e, por conseguinte avaliar se o potencial de energia hidroelétrica previsto para essas hidrelétricas será mantido. As simulações hidrológicas mostraram que as usinas de fio d´água não afetam as vazões dos rios de forma significativa, porém são muito mais susceptíveis as alterações no ciclo hidrológico e às variações de vazão nos rios, assim a geraçãode energia desses empreendimentos pode ser seriamente comprometida caso ocorram severas mudanças climáticas.
AreaCST
ArranjoINPE > Produção > DIDGE > Análise da operação...
Conteúdo da Pasta sourcenão têm arquivos
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 17/07/2020 16:37 1.7 KiB 
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/42SBB7H
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34R/42SBB7H
Idiomapt
Arquivo AlvoLucas Chilelli da Silva.pdf
Grupo de Usuáriossimone
Visibilidadeshown
Permissão de Leituraallow from all
Permissão de Atualizaçãonão transferida
Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
Área de notas
NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype copyholder copyright creatorhistory date descriptionlevel doi e-mailaddress edition format isbn issn label lineage mark nextedition nexthigherunit orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readergroup reportnumber resumeid rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SBB35
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.35
Última Atualização2020:07.17.19.35.29 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.19.35.29
Última Atualização dos Metadados2021:02.06.22.03.25 administrator
Chave de CitaçãoLopesRodrSiqu:2013:EsEfMu
TítuloEstudos dos efeitos das mudanças globais na bacia do Rio Madeira
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas29
Número de Arquivos1
Tamanho1216 KiB
Área de contextualização
Autor1 Lopes, Lucas Garofolo
2 Rodriguez, Daniel Andrés
3 Siqueira Júnior, José Lázaro de Siqueira
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
3 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Faculdade Tecnológica (FATEC)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 lucas.garofolo@inpe.br
2 daniel.andres@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2020-07-17 19:35:29 :: simone -> administrator ::
2021-02-06 22:03:25 :: administrator -> simone :: 2013
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chavemudanças globais, Rio Madeira.
ResumoEventos hidroclimáticos extremos tem se tornado mais recorrente nas últimas décadas na bacia Amazônica. Ainda, o quarto relatório do IPCC mostra que um grande número das projeções dos modelos atmosféricos concorda na tendência de incrementos na frequência e valor destes extremos. No intuito de analisar esses eventos, sob o impacto dos efeitos das mudanças globais na bacia do Rio Madeira, foram desenvolvidas análises de series de tempo das projeções futuras de descargas. Este trabalho apresenta projeções de descargas máximas com base nas vazões geradas pelo Modelo Hidrológico de Grandes Bacias do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (MGB-INPE) desenvolvido pelo Centro de Ciências do Sistema Terrestre. O modelo MGB foi alimentado com resultados dos cenários de mudanças climáticas desenvolvido no CPTEC-INPE com o modelo atmosférico Eta, e com dados de alguns dos modelos atmosféricos coordenados pelo CMIP5: MIROC5, CSIRO-Mk3.6.0, IPSL e o HadGEM2. Foram aplicados dois métodos para a obtenção do Tempo de Recorrência: a análises de dados por cima de um limiar através da Distribuição Pareto Generalizada (GPD) e a análises de valores extremos anuais através da Distribuição Generalizada de Extremos (GEV). As projeções de ambos os métodos, retornam vazões máximas de 2, 5, 10, 50 e 100 anos para o exutório da Bacia do Rio Madeira, no período histórico de 1970 a 1990 e nos períodos futuros 2011-2040, 2041-2070 e 2071-2100. Os resultados apresentam uma importante variabilidade entre modelos durante o período histórico, com o GEV subestimando as vazões, em geral, e o GPD superestimando-as. Na maioria dos modelos, a metodologia GEV mostra a diminuição das descargas com menores tempos de retorno, enquanto que aquelas associadas com maiores tempos de retorno se incrementam até o final do século. Por outro lado, a aplicação do GPD resulta, em geral, no incremento das descargas máximas sob o impacto das mudanças climáticas.
AreaCST
Conteúdo da Pasta sourcenão têm arquivos
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 17/07/2020 16:35 1.7 KiB 
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/42SBB35
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34R/42SBB35
Idiomapt
Arquivo AlvoLucas Garofolo Lopes.pdf
Grupo de Usuáriossimone
Visibilidadeshown
Permissão de Leituraallow from all
Permissão de Atualizaçãonão transferida
Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
Área de notas
NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
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Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SB76L
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.18.48
Última Atualização2020:07.17.18.48.48 simone
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Última Atualização dos Metadados2021:02.06.22.03.25 administrator
Chave de CitaçãoToméFortAlca:2013:CaPa
TítuloLevantamento de carbono orgânico total (COT) dissolvido nos corpos de água superficiais na área do INPE - Cachoeira Paulista
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas31
Número de Arquivos1
Tamanho1233 KiB
Área de contextualização
Autor1 Tomé, Vanessa Daniéle
2 Forti, Maria Cristina
3 Alcaide, Roberta Lee Maciviero
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JHR6
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
3 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 vanessa_dtomeh@hotmail.com
2 cristina.forti@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2020-07-17 18:48:48 :: simone -> administrator ::
2021-02-06 22:03:25 :: administrator -> simone :: 2013
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Transferível1
Palavras-Chavecarbono orgânico total (COT), corpos de água superficiais, composição química.
ResumoA histórica ocupação do solo na região de Mata Atlântica, com especial intensidade espacial e temporal durante os últimos 150 anos, determinou alterações na estrutura dos ecossistemas originais desta região, degradando áreas riquíssimas em biodiversidade e outros recursos naturais (Galvão & Medeiros, 2002). De forma geral, a urbanização, agricultura, industrialização e outras atividades antrópicas impactam regionalmente os naturais, alterando dinâmicas e serviços ecossistêmicos, processos que afetam em diferentes níveis distintas unidades da paisagem. Com isso o monitoramento dos efeitos das mudanças no uso e ocupação do solo, e a consequente modelagem de seus efeitos, devem ser feitos com base em uma caracterização detalhada da paisagem considerando seus componentes físicos, bióticos e antrópicos. Assim, identificar ecossistemas e suas dinâmicas em áreas delimitadas, como bacias de drenagem, por exemplo, permite analisar as variáveis ambientais em um contexto multidimensional. Os rios, ao mesmo tempo em que são sistemas ecológicos complexos, refletem a dinâmica que ocorre em sua bacia de drenagem (Richey, 1981, Martinelli et al, 1999). Nas últimas décadas, criou-se o conceito de gerenciamento de bacias hidrográficas, entretanto é necessário incorporar-se aos métodos de gerenciamento de bacias hidrográficas estudos específicos sobre a estrutura e o funcionamento de rios e de suas bacias de drenagem. Em função das mudanças de cobertura do solo, há necessidade de monitorar a qualidade da água no ambiente, para tal, algumas técnicas de análise são normalmente utilizadas, como: Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), Demanda Química de Oxigênio (DQO), óleos graxas, fenóis, sólidos sedimentáveis, etc. Uma técnica freqüentemente utilizada para monitorar a matéria orgânica é a determinação do carbono orgânico total (COT). No campus do INPE, em Cachoeira Paulista, as edificações ocupam pequena proporção da área, a qual é coberta por ampla superfície de vegetação em recomposição, plantações de espécies lenhosas exóticas de diferentes idades, além de áreas degradadas devido principalmente à pecuária realizada por antigos proprietários e por incêndios ocorridos eventualmente na região. Nessa área, será implantado em breve um projeto de recuperação da cobertura vegetal em uma bacia hidrográfica. Entretanto, é importante realizar um estudo sobre a qualidade das águas superficiais na área como um todo, antes da escolha da bacia a ser recuperada. Com base nessa premissa, é pertinente estudar o carbono total em solução nessas águas. Propõe-se aqui um projeto para estudar o carbono total e em solução nas águas superficiais do INPE Cachoeira Paulista. O trabalho envolverá a coleta, preparação, preservação e análise de amostras de águas de riachos. Neste trabalho serão implantados os protocolos analíticos para a dosagem do carbono total e em solução utilizando-se um equipamento (Shimadzu TOC VCPH/CPN) disponível no LAQUATEC. Finalmente será efetuado um mapa da distribuição das concentrações de carbono nos diferentes corpos de água examinados subsidiando-se assim a escolha de uma bacia hidrográfica para aprofundamento dos estudos.
AreaCST
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agreement.html 17/07/2020 15:48 1.7 KiB 
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Idiomapt
Arquivo AlvoVanessa Daniéle Tomé.pdf
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NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
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Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SASQS
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Última Atualização2020:07.17.17.19.49 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.17.17.19.49
Última Atualização dos Metadados2021:02.01.22.35.48 simone
Chave de CitaçãoCarvalhoCardOliv:2013:EsFlVe
TítuloEstimativas de flamabilidade da vegetação
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRDP
Número de Páginas43
Número de Arquivos1
Tamanho1662 KiB
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Autor1 Carvalho, Marcos Felipe Oliveira de
2 Cardoso, Manoel
3 Oliveira, Rodrigo de Matos
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
3 LAS-CTE-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Faculdade Teresa D'Avila (FATEA)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 marcos.carvalho@inpe.br
2 manoel.cardoso@inpe.br
3 rodmatos@las.inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2021-02-01 22:35:48 :: simone -> sergio :: 2013
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Palavras-Chaveflamabilidade, fogo, vegetação.
ResumoA propensão de a vegetação queimar é uma variável importante para vários estudos e descrições dos biomas continentais, sobretudo em áreas de preservação ambiental. Como o fogo é um forte distúrbio, sua ocorrência pode ter impactos importantes para as condições atuais e futuras de superfícies vegetadas. Desta forma, o desenvolvimento de métodos capazes de estimar o grau de flamabilidade tem amplo interesse em pesquisas sobre a dinâmica da vegetação e suas relações com outras componentes dos ecossistemas terrestres. Para contribuir nestes tópicos, idealizamos um projeto composto por duas componentes principais. Na primeira componente, mais teórica, foi realizada uma pesquisa bibliográfica para conhecimento de metodologias existentes. Este levantamento identificou estudos que foram organizados principalmente em três grupos, de acordo com o método utilizado: (i) sensoriamento remoto, com metodologias que utilizaram imagens de satélites e índices de vegetação; (ii) medição direta no local, através de sensores de umidade; e (iii) métodos destrutivos, onde é necessário a coleta de tecido vegetal para posterior análise em laboratório. Esses estudos foram mapeados e organizados em um banco de dados que servirá para comparações com os resultados deste projeto e outras pesquisas futuras. Com base nesta pesquisa bibliográfica, planejamos a segunda componente deste projeto, onde apresentamos um novo método que visa relacionar a flamabilidade da vegetação a outras variáveis ambientais relevantes, através de medidas indiretas da umidade do tecido vegetal, em ambiente de laboratório para permitir maior controle de grandezas como a umidade atmosférica e do solo. Para isso, foi criado um microambiente dentro de uma câmara climática, onde foram amostradas a umidade relativa (UR) e a temperatura (T) do ar com e sem a presença de plantas, e a umidade de seu solo, através de sensores comerciais e desenvolvidos pelo LAS/INPE. Os resultados desta componente experimental indicam que o método aqui apresentado é útil para a realização de estimativas de flamabilidade utilizando medidas indiretas da umidade da vegetação, sem a destruição do tecido vegetal. As condições exploradas mostraram que as plantas tiveram o efeito de aumentar a UR da câmara climática, principalmente em condições iniciais de baixa umidade atmosférica. Quando a atmosfera da câmara deixou de ser controlada, a variação (aumento) da UR com o tempo foi maior na presença das plantas. Em todos os casos, o peso do conjunto vaso-planta diminuiu após as medidas, apoiando a hipótese de que a UR se elevou devido à evapotranspiração das plantas no interior da câmara. No futuro, pretendemos aumentar o número de medições com o objetivo de avaliar outros aspectos da flamabilidade da vegetação, principalmente em relação à sua dinâmica em função de variações na umidade do solo.
AreaCST
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Arquivo AlvoMarcos Felipe Oliveira de Carvalho.pdf
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sergio
simone
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NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
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Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/42SQ55S
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.20.17.28
Última Atualização2020:12.08.09.15.56 sergio
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/07.20.17.28.05
Última Atualização dos Metadados2020:12.08.09.18.42 sergio
Chave de CitaçãoAndradeFort:2013:EsÍoMa
TítuloEstudo de íons maiores no extrato aquoso de particulado atmosférico em São José dos Campos
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRDP
Número de Páginas21
Número de Arquivos1
Tamanho1117 KiB
Área de contextualização
Autor1 Andrade, Welison Michael Guimarães
2 Forti, Maria Cristina
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JHR6
Grupo1
2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Universidade Paulista (UNIP)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 welison_mga@yahoo.com.br
2 cristina.forti@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2020-12-08 09:12:48 :: simone -> sergio :: 2013
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Palavras-ChaveÍons, Particulado atmosférico, São Jose dos Campos.
ResumoPara depreender os processos de emissão, transformação e contaminação da atmosfera urbana por poluentes é de suma relevância observar diferentes parâmetros de qualidade para identificar e quantificar espécies químicas, principalmente em áreas com forte influência antropogênicas, pois a atividade industrial e a frota de veículos automotores são os principais responsáveis pela emissão de gases e particulados na atmosfera. Em meio a outros poluentes atmosféricos, o material particulado inalável em suspensão (com diâmetro aerodinâmico menor que 10 μm) tem grande importância devido à sua composição química complexa, suas propriedades físicas e os impactos nocivos na saúde humana. Neste estudo de caso, a composição química do material particulado inalável (MP10) foi determinada dosando-se os ânions (cloreto, nitrato e sulfato) e os cátions (sódio, amônio, potássio, cálcio e magnésio) maiores no extrato aquoso. O MP10 foi obtido em períodos de 24 horas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de São José dos Campos-SP entre Março de 2010 a Fevereiro de 2011 abrangendo os períodos seco e chuvoso. As coletas foram realizadas com o auxílio de um amostrador dicotômico instalado a cerca de 20 m acima do solo no edifício CEA, tendo como substrato de coleta filtros de policarbonato. Através de análise gravimétrica estabeleceu-se a massa das frações do MP10 e para a análise dos íons no extrato aquoso utilizou-se da técnica de cromatografia a líquido de íons . A comparação entre o período chuvoso e seco para a fração grossa (MP2,5-10) aponta uma relação inversa entre a precipitação anual (P) e a concentração média anual de MP2,5-10, pois para o período seco temos: P= 114,2 mm ; MP2,5-10= 8,42 μg.m-3 e para o período chuvoso P=1104,6 mm; MP2,5-10=5,44 μg.m-3, já para a fração fina (MP2,5) a concentração média anual não apresentou alterações significativas entre o período seco: P=114,2 mm; MP2,5= 3,95 μg.m-3 e chuvoso: P= 1104,6 mm; MP2,5= 3,63μg.m-3. Quanto à concentração média dos íons maiores verificou-se que para o MP2, 5-10 a ordem decrescente dos íons é: nitrato, cálcio, sulfato, sódio, cloreto, potássio, amônio e magnésio e para o MP2,5 a ordem de predominância é: sulfato, sódio, nitrato, cálcio, potássio, cloreto, magnésio e amônio.
AreaCST
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LISTA PRODUCAOCIENTIFICA MARIA CRISTINA FORTI.docx 08/12/2020 07:15 10.7 KiB 
TERMO DE DEPOSITO ASSINADO MARIA CRISTINA FORTI.pdf 08/12/2020 07:14 626.1 KiB 
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Arquivo AlvoWelison Michael Andrade.pdf
Grupo de Usuáriossergio
simone
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Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
Área de notas
NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype copyholder creatorhistory date descriptionlevel doi e-mailaddress edition format isbn issn label language lineage mark nextedition nexthigherunit orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readergroup reportnumber rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m16d.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP7W/3EL22DE
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m19/2013/08.13.15.47
Última Atualização2013:08.21.14.20.43 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m19/2013/08.13.15.47.16
Última Atualização dos Metadados2018:06.05.04.14.45 administrator
Número do RelatórioINPE-17255-RPQ/899
Chave de CitaçãoPintoPonzCast:2013:CaCrSe
TítuloCalibração cruzada de sensores de observação da terra
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas29
Número de Arquivos1
Tamanho462 KiB
Área de contextualização
Autor1 Pinto, Cibele Teixeira
2 Ponzoni, Flávio Jorge
3 Castro, Ruy Morgado de
Identificador de Curriculo1
2 8JMKD3MGP5W/3C9JH4G
Grupo1 SER-SRE-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
2 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 cibele@dsr.inpe.br
2 flavio@dsr.inpe.br
3 rmcastro@ieav.cta.br
Endereço de e-Mailcibele@dsr.inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2013-08-13 15:47:46 :: cibele@dsr.inpe.br -> yolanda ::
2013-08-21 14:18:44 :: yolanda -> lmanacero@yahoo.com ::
2013-08-21 14:21:21 :: lmanacero@yahoo.com -> tereza@sid.inpe.br ::
2013-08-22 17:03:15 :: tereza@sid.inpe.br :: -> 2013
2013-08-22 17:06:00 :: tereza@sid.inpe.br -> administrator :: 2013
2014-01-16 10:50:24 :: administrator -> marcelo.pazos@sid.inpe.br :: 2013
2014-01-16 10:55:56 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2013
2018-06-05 04:14:45 :: administrator -> marcelo.pazos@inpe.br :: 2013
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Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chavecalibração radiométrica, calibração cruzada, incertezas.
ResumoQuando se deseja utilizar imagens de sensores orbitais ou aerotransportados na caracterização espectral de objetos, no estabelecimento de relações entre suas propriedades fisioquímicas com dados contidos nessas imagens ou comparação de dados entre diferentes sensores, é fundamental a realização da calibração radiométrica, que tem como objetivo estabelecer uma relação entre os Números Digitais (NDs) presentes nas imagens com os valores de radiância espectral efetivamente medido pelo sensor. Vários métodos pós-lançamento de calibração radiométrica de sensores orbitais têm sido propostos. Entre eles, destacam-se dois, que são conhecidos como: calibração absoluta e calibração cruzada. A calibração absoluta é realizada de forma direta, criando-se uma relação de conversão entre o ND e o valor da grandeza física que chega ao sensor. A calibração cruzada envolve dois sensores, sendo que um dos sensores é calibrado em relação ao outro, que é então denominado como sensor de referência. No Brasil, as atividades de calibração de sensores têm sido focadas na calibração absoluta. Entretanto, apesar de diversos sensores orbitais terem sido calibrados pelo método de calibração cruzada em todo mundo, ele ainda foi pouco explorado no país. Assim, com o objetivo de compreender melhor o método, o presente trabalho descreve como é realizada a calibração cruzada e discute algumas fontes de incertezas e os seus valores esperados em sua execução. ABSTRACT: When the spectral characterization of different targets from airborne or orbital data and its consequent relationship with geophysical or biophysical parameters is demanded, it is essential to perform the sensor radiometric calibration, which aims to establish a relationship between the Digital Numbers (DNs) to spectral radiance effectively measured by the sensor. Several methods of post-launch satellite sensors radiometric calibration have been proposed. This work highlights two known methods: absolute calibration and cross-calibration. The absolute calibration is performed directly, creating a conversion ratio between DN and values of a physical quantity that is effectively measured by the sensor. The cross-calibration involves two sensors. One of them is calibrated according to the other that is considered as a reference. In Brazil, sensor calibration activities have been focused on the absolute calibration. However, even several orbital sensors have been available by the international community; cross-calibration should also be improved in Brazil. This paper describes some important aspects of orbital cross-calibration and discusses some sources of uncertainties.
AreaSRE
Arranjo 1BDMCI > Fonds > Produção > DIDSR > Calibração cruzada de...
Arranjo 2BDMCI > Fonds > Produção > SER > Calibração cruzada de...
Conteúdo da Pasta source
Originais/@4primeirasPaginas.pdf 21/08/2013 10:04 778.8 KiB 
Originais/Calibra‡Æo Cruzada_Final.docx 20/08/2013 16:00 4.2 MiB
Originais/Calibra‡Æo Cruzada_Final.pdf 20/08/2013 16:00 534.7 KiB 
publicacao.pdf 21/08/2013 11:12 461.0 KiB 
Conteúdo da Pasta agreement
agreement.html 13/08/2013 12:47 1.7 KiB 
autorizacao.pdf 21/08/2013 11:20 1.2 MiB
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP7W/3EL22DE
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP7W/3EL22DE
Idiomapt
Arquivo Alvopublicacao.pdf
Grupo de Usuáriosadministrator
cibele@dsr.inpe.br
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marcelo.pazos@inpe.br
tereza@sid.inpe.br
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tereza@sid.inpe.br
yolanda.souza@mcti.gov.br
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Detentor da CópiaSID/SCD
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Área de fontes relacionadas
VinculaçãoTrabalho Vinculado à Tese/Dissertação
Repositório Espelhosid.inpe.br/mtc-m19@80/2009/08.21.17.02.53
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3ER446E
8JMKD3MGPCW/3F3NU5S
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirosid.inpe.br/mtc-m19@80/2009/08.21.17.02
Área de notas
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype creatorhistory date descriptionlevel doi edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readpermission rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarytype translator url versiontype
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e-Mail (login)marcelo.pazos@inpe.br
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Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m16d.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP7W/3ECULQ5
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m19/2013/07.01.12.41
Última Atualização2014:04.25.13.01.14 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m19/2013/07.01.12.41.24
Última Atualização dos Metadados2018:06.05.04.14.25 administrator
Número do RelatórioINPE-17225-RPQ/895
Chave de CitaçãoVieiraACSCVSAPCSDHFB:2013:MaUsCo
TítuloMapa de uso e cobertura da terra do território brasileiro para uso em modelagem climática e meteorológica
ProjetoFAPESP n. 03/00142-8
Ano2013
Data de Acesso24 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas33
Número de Arquivos1
Tamanho1157 KiB
Área de contextualização
Autor 1 Vieira, Rita Marcia da Silva Pinto
 2 Alvalá, Regina Celia dos Santos
 3 Cunha, Ana Paula Martins do Amaral
 4 Sestini, Marcelo Francisco
 5 Carvalho, Vitor Celso
 6 Valeriano, Dalton de Morisson
 7 Silva, João dos Santos Vila da
 8 Abdon, Myrian de Moura
 9 Ponzoni, Flávio Jorge
10 Canavesi, Vanessa
11 Sano, Edson
12 Dambrós, Luiz Alberto
13 Hasenack, Heinrich
14 Ferraz-Neto, Sebastião
15 Barbosa, Alexandre Augusto
Identificador de Curriculo 1
 2 8JMKD3MGP5W/3C9JJ59
 3
 4
 5
 6 8JMKD3MGP5W/3C9JGT4
 7
 8 8JMKD3MGP5W/3C9JHTQ
 9 8JMKD3MGP5W/3C9JH4G
Grupo 1 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
 2 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
 3 CPT-CPT-INPE-MCTI-GOV-BR
 4 CST-CST-SPG-INPE-MCTI-GOV-BR
 5
 6 AMZ-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
 7
 8
 9 DSR-OBT-INPE-MCTI-GOV-BR
10 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação 1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
 2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
 3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
 4 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
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Endereço de e-Mail do Autor 1 rita.marcia@inpe.br
 2 regina.alvala@cemaden.gov.br
 3 ana.paula@cptec.inpe.br
 4 marcelof.sestini@inpe.br
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 9 flavio@dsr.inpe.br
10 vanessa.canavesi@inpe.br
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15 alexandre.barbosa@inpe.br
Endereço de e-Mailrita.marcia@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2013-07-01 12:43:13 :: rita.marcia@inpe.br -> yolanda ::
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Palavras-Chaveuso e cobertura da terra, vegetação, Brasil, land use and land cover, vegetation, Brazil.
ResumoDiversos estudos com Modelos de Circulação Geral da Atmosfera (MCGAs) e Modelos Regionais (MR) considerando diferentes ecossistemas (CHARNEY et al., 1977; XUE ; SHUKLA 1993; CLARK et al., 2001; TAYLOR, 2002; OYAMA, 2002; XUE et al., 2004; SOUZA, 2006; OLIVEIRA, 2008; CUNHA, 2013) mostraram que a atmosfera é sensível às características físicas da vegetação e dos solos e que essas tem influência nas trocas de energia, água e momentum entre a superfície terrestre e a atmosfera. Outrossim, a representação inadequada ou insuficiente da superfície continental nos modelos meteorológicos pode ter um impacto negativo sobre a previsão do tempo e estudos climáticos (WILSON, 1985; HALL et al., 1995; SUD et al. 1996; DeFRIES et al., 1999; CHAMPEAUX et al., 2000; KANG et al., 2007). Com o desenvolvimento e consequente complexidade dos modelos globais e regionais, tornou-se necessário incluir uma representação mais realista da superfície nos esquemas de interação biosfera-atmosfera acoplados aos modelos atmosféricos, de forma a contemplar melhorias nas simulações dos processos envolvidos. Em modelagem meteorológica, vários modelos de superfície foram desenvolvidos para serem utilizados no modo desacoplado ou acoplados a modelos atmosféricos, tais como o modelo Simplified Simple Biosphere - SSiB (XUE et al. 1991), o Simple Biosphere Model-2 - SIB-2 (SELLER et al. 1995a,b), o Mosaic Land Surface Model - LSM (KOSTER; SUAREZ, 1996), o modelo Land Ecosystem Atmosphere Feedback - Leaf-3, (WALKO et al., 2000), o Community Land Model-2 - CLM2 (BONAN et al. 2002), o modelo Noah (EK et al. 2003), entre outros.
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