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A expressão de busca foi <ref report and not secondaryty TAE and firstg CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR and y 2015>.
7 referências encontradas buscando em 15 dentre 15 sites.
Data e hora local de busca: 27/02/2021 10:00.
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Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/432ME35
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.07.13.44
Última Atualização2020:08.07.13.44.37 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.07.13.44.37
Última Atualização dos Metadados2020:08.07.13.44.37 simone
Chave de CitaçãoBarrosRodrLope:2015:MoImMu
TítuloModelagem dos impactos das mudanças climáticas na operação dos reservatórios da Bacia do Rio Xingu
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas28
Número de Arquivos1
Tamanho1221 KiB
Área de contextualização
Autor1 Barros, Fábio Rosindo Daher de
2 Rodriguez, Daniel Andrés
3 Lopes, Lucas Garofolo
Grupo1
2 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
3 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Faculdade Tecnológica (FATEC)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 fabio.barros@inpe.br
2 daniel.andres@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chavemudanças climáticas, Bacia do Rio Xingu.
ResumoDada a importância da Bacia Amazônica, não só para o clima sul-americano como para o mundo, faz-se necessário os estudos de eventos climáticos presentes e futuros. Sendo um dos seus principais tributários, o rio Xingu possui uma bacia que estende-se por uma área de 531.250 km², equivalente a 13% da bacia Amazônica, sendo seu clima quente e úmido e seu relevo variado, com alturas desde 600 metros até 109 metros. Este trabalho expõe as mudanças hidrológicas nas vazões da Bacia do rio Xingu decorrentes das mudanças climáticas, geradas pelo Modelo Hidrológico Distribuído do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (MHD-INPE) desenvolvido pelo Centro de Ciências do Sistema Terrestre. O modelo MHD foi alimentado com resultados dos cenários de mudanças climáticas desenvolvido no CPTEC-INPE com o modelo atmosférico Eta-INPE, e com dados de alguns dos modelos atmosféricos coordenados pelo CMIP5: MIROC5, HadGEM2, CSIRO-Mk3.6.0 e IPSL. Para simular o ciclo hidrológico, foram reunidas informações por meio de sensoriamento remoto, por exemplo: mapas de solo, vegetação e uso da terra; e mapas topográficos digitais terrestre. A calibração do MHD-INPE foi realizada de acordo com os postos fluviométricos selecionados para o estudo, apresentando resultados satisfatórios para o desenvolvimento. Analisando as climatologias obtidas no período de 1970 à 1990, percebe-se que os membros do ETA-CPTEC adiantaram em um mês o ciclo sazonal, antecipando as secas para Agosto e as cheias para Fevereiro, enquanto que os restantes dos modelos representam adequadamente este ciclo. Por outro lado, todas as simulações apresentam cheias menos volumosas e estiagens mais volumosa em relação à observação. Para o período futuro, de 2011 à 2100, todas as projeções mostram um decremento nas descargas, exceto o modelo IPSL, que supera as vazões do período presente. Os modelos alimentados pelo Hadley Center mantiveram a sazonalidade do período presente. A variabilidade entre os modelos tende a incrementar até o final do século, aumentando o grau de incerteza dos resultados.
AreaCST
Arranjo
Conteúdo da Pasta sourcenão têm arquivos
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agreement.html 07/08/2020 10:44 1.7 KiB 
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URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34R/432ME35
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34R/432ME35
Idiomapt
Arquivo AlvoFábio Rosindo Daher de Barros.pdf
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Repositório Espelhourlib.net/www/2017/11.22.19.04.03
DivulgaçãoBNDEPOSITOLEGAL
Acervo Hospedeirourlib.net/www/2017/11.22.19.04
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NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype copyholder copyright creatorhistory date descriptionlevel doi e-mailaddress edition format isbn issn label lineage mark nextedition nexthigherunit orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress project readergroup reportnumber resumeid rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
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Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21b.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34P/3JPMAB8
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21b/2015/07.01.19.22
Última Atualização2016:07.05.13.23.03 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21b/2015/07.01.19.22.47
Última Atualização dos Metadados2018:06.04.02.55.29 administrator
Número do RelatórioINPE-17591-RPQ/271
Chave de CitaçãoFortiMene:2015:DeCáÂn
TítuloRelatório de participação no programa internacional de intercalibração de laboratórios (WMO-GAW) ano 2014 - LIS 50 e LIS 51. Determinação de cátions e ânions maiores e ph em água de chuva artificial
ProjetoAmbiental
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas39
Número de Arquivos1
Tamanho2978 KiB
Área de contextualização
Autor1 Forti, Maria Cristina
2 Meneghetti, Carlos Daniel
Identificador de Curriculo1 8JMKD3MGP5W/3C9JHR6
Grupo1 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
2 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 cristina.forti@inpe.br
2 daniel.meneghetti@inpe.br
Endereço de e-Maildaniel.meneghetti@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2015-07-01 19:22:47 :: daniel.meneghetti@inpe.br -> yolanda ::
2015-08-14 19:33:55 :: yolanda -> marcelo.pazos@sid.inpe.br ::
2015-08-17 12:20:36 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br :: -> 2015
2015-08-17 12:26:54 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2015
2016-07-03 19:31:04 :: administrator -> simone :: 2015
2016-07-20 12:51:45 :: simone -> administrator :: 2015
2018-06-04 02:55:29 :: administrator -> :: 2015
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Transferível1
Palavras-ChaveLIS, água de chuva, cátions, ânions, LIS, rain, cations, anions.
ResumoO objetivo da participação nesse programa internacional de intercalibração, além da busca por resultados confiáveis e de qualidade, é a inserção e credenciamento do Laboratório de Pesquisa em Biogeoquímica Ambiental (LAPBIO), do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) na comunidade internacional. Todos os procedimentos de preparação e análises são realizados no Laboratório de Aerossóis, Soluções Aquosas e Tecnologias (LAQUATEC), que é a infraestrutura onde são realizadas análises químicas e físico-químicas de amostras ambientais por via úmida. Este relatório, produzido anualmente, tem como meta relatar os resultados obtidos dentro desse estudo, realizando uma análise crítica dos mesmos. ABSTRACT: The purpose of a participation in an international intercalibration program, and the search for reliable results and quality, is the insertion and accreditation of Environmental Biogeochemistry Research Laboratory (LAPBIO) of the Earth System Science Center (CCST), in the National Institute for Space Research (INPE) in the international community. All preparation procedures and analyzes are performed on the Aerosol Laboratory, Aqueous Solutions and Technologies (LAQUATEC), which is the laboratory where the wet preparation and analysis of environmental samples are done. This report, produced annually, aims to report the results obtained in this study, with a critical analysis.
AreaCST
ArranjoBDMCI > Fonds > Produção > COCST > Relatório de participação...
Conteúdo da Pasta source
originais/@4primeirasPaginas-5.pdf 14/08/2015 16:19 82.4 KiB 
originais/Relatório LIS50_51 revisado e formatado_final 05.05.2015.docx 14/08/2015 16:14 5.2 MiB
originais/Relatório LIS50_51 revisado e formatado_final 05.05.pdf 14/08/2015 16:14 2.8 MiB
publicacao.pdf 05/07/2016 10:25 2.9 MiB
Conteúdo da Pasta agreement
LISTA PRODUCAOCIENTIFICA MARIA CRISTINA FORTI.pdf 05/07/2016 10:23 38.5 KiB 
TERMO DE DEPOSITO ASSINADO MARIA CRISTINA FORTI.pdf 05/07/2016 10:22 1.1 MiB
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URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3JPMAB8
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34P/3JPMAB8
Idiomapt
Arquivo Alvopublicacao.pdf
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marcelo.pazos@inpe.br
yolanda.souza@mcti.gov.br
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daniel.meneghetti@inpe.br
marcelo.pazos@inpe.br
simone
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Licença de Direitos Autoraisurlib.net/www/2012/11.12.15.10
Detentor da CópiaSID/SCD
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Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhourlib.net/www/2011/03.29.20.55
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3F3T29H
Acervo Hospedeirosid.inpe.br/mtc-m21b/2013/09.26.14.25.20
Área de notas
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype creatorhistory date descriptionlevel dissemination doi edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21b.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34P/3L6CTB5
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21b/2016/02.12.11.38
Última Atualização2016:02.12.16.44.40 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21b/2016/02.12.11.38.47
Última Atualização dos Metadados2021:01.02.22.19.41 administrator
Número do RelatórioINPE-17670-RPQ/916
Chave de CitaçãoMantelliNetoSaCoPeThWa:2015:UnAnDi
TítuloUncertainty analisys of disdrometer model PARSIVEL2 for rainfall amount
ProjetoSONDA
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas20
Número de Arquivos1
Tamanho774 KiB
Área de contextualização
Autor1 Mantelli Neto, Sylvio Luiz
2 Sakagami, Yoshiaki
3 Costa, Izabelly Carvalho da
4 Pereira, Enio Bueno
5 Thomaz Júnior, José Celso
6 Wangenheim, Aldo Von
Identificador de Curriculo1 8JMKD3MGP5W/3C9JJ9K
2
3
4 8JMKD3MGP5W/3C9JH2E
5 8JMKD3MGP5W/3C9JHGP
Grupo1 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
2
3 DOP-CPT-INPE-MCTI-GOV-BR
4 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
5 CPT-CPT-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
4 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
5 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 sylvio.mantelli@inpe.br
2
3 izabelly.costa@cptec.inpe.br
4 enio.pereira@inpe.br
5 jose.thomaz@inpe.br
Endereço de e-Mailpubtc@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2016-02-12 11:40:09 :: luis.cpv@hotmail.com -> yolanda ::
2016-02-12 12:13:05 :: yolanda -> marcelo.pazos@sid.inpe.br ::
2016-02-12 16:18:10 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br :: -> 2015
2016-02-12 16:48:11 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2015
2021-01-02 22:19:41 :: administrator -> :: 2015
Área de conteúdo e estrutura
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Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chavedisdrometer, rainfall, amount, uncertainty.
ResumoThe present work describes the uncertainty analysis of a PARSIVEL2 disdrometer deployed at Federal Educational Institute (IFSC) in Florianopolis SC Brazil. This analysis was performed in order to comply with ISO technical recommendations and also to made a statistical comparison with a camera based disdrometer (CD). The CD prototype is still under development and the disdrometer will be used for its validation. RESUMO: O presente trabalho descreve a análise de incertezas do disdrômetro PARSIVEL2 instalado no Instituto Federal de Educação (IFSC) de Florianópolis SC, Brasil. Além de atender as normas ISO, a análise tem como objetivo realizar uma comparação estatística com um protótipo e uma metodologia ainda em desenvolvimento de um disdrômetro que utiliza câmera.
AreaCST
Arranjo 1INPE > Produção > CGCPT > Uncertainty analisys of...
Arranjo 2INPE > Produção > COCST > Uncertainty analisys of...
Conteúdo da Pasta source
originais/@4primeirasPaginas.pdf 12/02/2016 10:04 173.0 KiB 
originais/SLMNdisdrometer.pdf 19/01/2016 12:56 1019.9 KiB 
Conteúdo da Pasta agreement
autorizacao.pdf 12/02/2016 10:10 1.5 MiB
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URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3L6CTB5
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34P/3L6CTB5
Idiomaen
Arquivo Alvopublicacao.pdf
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Detentor da CópiaSID/SCD
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Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhosid.inpe.br/mtc-m21b/2013/09.26.14.25.22
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3EUPEJL
8JMKD3MGPCW/3F3T29H
8JMKD3MGPCW/43SQKNE
Acervo Hospedeirosid.inpe.br/mtc-m21b/2013/09.26.14.25.20
Área de notas
Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype creatorhistory date descriptionlevel dissemination doi edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21b.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34P/3KP359E
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21b/2015/12.10.17.44
Última Atualização2015:12.22.17.52.32 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21b/2015/12.10.17.44.21
Última Atualização dos Metadados2018:06.04.02.55.57 administrator
Número do RelatórioINPE-17631-RPE/914
Chave de CitaçãoPradoBece:2015:InVaEs
TítuloIncorporação da variabilidade espacial da vegetação na floresta e cerrado da Amazônia legal no modelo INLAND-IBIS
ProjetoGEOMA
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas39
Número de Arquivos1
Tamanho1051 KiB
Área de contextualização
Autor1 Prado, Marcelo Leme do
2 Becerra, Jorge Alberto Bustamante
Grupo1 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
2 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 marcelo.prado@inpe.br
2 jorge.bustamante@inpe.br
Endereço de e-Mailmarceloprado.mlp@gmail.com
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2015-12-10 17:46:03 :: marceloprado.mlp@gmail.com -> administrator ::
2015-12-22 16:58:09 :: administrator -> yolanda ::
2015-12-22 17:53:57 :: yolanda -> marcelo.pazos@sid.inpe.br ::
2015-12-23 11:41:18 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br :: -> 2015
2015-12-23 11:57:16 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2015
2018-06-04 02:55:57 :: administrator -> :: 2015
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-ChaveAmazônia Legal, MODIS, INLAND, séries temporais, índices de vegetação.
ResumoNeste trabalho, são apresentados os resultados de extração, processamento e interpretação qualitativa e quantitativa de dados sobre a organização e a distribuição da cobertura vegetal na Amazônia Legal, manipulados por aplicativos computacionais de análise espacial e estatística. A intervenção humana (antropização) tem ocorrido nesta região, predominantemente, pela substituição da cobertura natural por pastos para pecuária extensiva. Dentro desse contexto, este estudo visa o aprimoramento da representação dos Tipos Funcionais de Plantas (TFP) no modelo INLAND para as classes floresta e savana (cerrado) que fazem parte da Amazônia Legal, a partir da análise de séries temporais de índices de vegetação espectrais como o EVI (Enhanced Vegetation Index) do sensor MODIS, os quais auxiliam na representação e elaboração de mapas de vegetação a serem incorporados no INLAND. O objetivo central desta proposta visa aprimorar a representação da vegetação, atualmente homogênea, usando 4 tipos funcionais de vegetação, no modelo de superfície INLAND, que faz parte do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global, com o intuito de incorporar a heterogeneidade espacial inerente da vegetação por classe de vegetação na região de floresta e savana (cerrado) da Amazônia Legal. Os dados multitemporais do EVI foram processados a partir de equações polinomiais para ajustar as curvas unimodais ou bimodais para anuais segundo o procedimento proposto por Eklundh e Jonsson. De posse dos dados extraídos, foi possível construir os gráficos de anomalias interanuais do EVI, os quais são indispensáveis para acompanhar a variabilidade dos dados ao longo do tempo. Dentro deste contexto, fez-se a separação dos dados em 3 grupos distintos cujos valores foram utilizados para a construção dos Boxplots, sendo estes utilizados para avaliação e a distribuição empírica dos dados dos grupos separados e agrupados por ciclo anual, relacionando-os com os valores de máximo, amplitude e integral. A partir da separação dos dados e sua reagrupagem, foi realizado a análise de agrupamentos (cluster analysis). Desta maneira, os resultados quando organizados em gráfico, do tipo dendrograma, mostraram as relações das amostras agrupadas. Estes gráficos apresentam os níveis de similaridade que agruparam pares de espécimes ou de variáveis o qual os dados que melhor representam os valores teoricamente esperados são os do ano 4, apresentando valores altos para a comparação da Amplitude versus o Máximo, assim como os valores de comparação da Amplitude versus Integral. Esta primeira fase do projeto teve como principal resultado a utilização dos dados de sensoriamento da vegetação, assim como a obtenção dos parâmetros de sazonalidade da vegetação no bioma Amazônia usando séries temporais de índice de vegetação MODIS. Portanto, os resultados obtidos, até o momento, no escopo desta proposta serão utilizados diretamente pelo grupo de modelagem climática da rede GEOMA tanto para a calibração e/ou ajuste do modelo de superfície (INLAND) que será acoplado ao modelo de circulação geral da atmosfera do CPTEC/INPE, na construção do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global - MBSCG.
AreaCST
ArranjoINPE > Produção > COCST > Incorporação da variabilidade...
Conteúdo da Pasta source
originais/@4primeirasPaginas.pdf 22/12/2015 15:42 170.2 KiB 
originais/RelCien-PRADO_Marcelo.pdf 22/12/2015 15:15 953.7 KiB 
Conteúdo da Pasta agreement
autorizacao.pdf 22/12/2015 15:52 575.8 KiB 
Área de condições de acesso e uso
URL dos dadoshttp://urlib.net/rep/8JMKD3MGP3W34P/3KP359E
URL dos dados zipadoshttp://urlib.net/zip/8JMKD3MGP3W34P/3KP359E
Idiomapt
Arquivo Alvopublicacao.pdf
Grupo de Usuáriosadministrator
marcelo.pazos@inpe.br
marceloprado.mlp@gmail.com
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Grupo de Leitoresadministrator
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Licença de Direitos Autoraisurlib.net/www/2012/11.12.15.10
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Área de fontes relacionadas
Repositório Espelhosid.inpe.br/mtc-m21b/2013/09.26.14.25.22
Unidades Imediatamente Superiores8JMKD3MGPCW/3F3T29H
Acervo Hospedeirosid.inpe.br/mtc-m21b/2013/09.26.14.25.20
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Campos Vaziosarchivingpolicy archivist callnumber contenttype creatorhistory date descriptionlevel dissemination doi edition format isbn issn label lineage mark nextedition notes orcid parameterlist parentrepositories previousedition previouslowerunit progress resumeid rightsholder secondarydate secondarykey secondarymark secondarytype session shorttitle sponsor subject tertiarymark tertiarytype translator url versiontype
Área de identificação
Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21c.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34R/432MDPE
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.07.13.41
Última Atualização2020:08.07.13.41.05 simone
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21c/2020/08.07.13.41.05
Última Atualização dos Metadados2020:08.07.13.41.05 simone
Chave de CitaçãoRezendeRodr:2015:ExCuEu
TítuloA expansão da cultura de eucalipto na região do Vale do Paraíba e sua relação com as características hidrológicas da bacia
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas17
Número de Arquivos1
Tamanho743 KiB
Área de contextualização
Autor1 Rezende, Fernanda Silva de
2 Rodrigues, Daniel Andres
Grupo1
2 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Universidade Federal Fluminense (UFF)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 fernandarezende@id.uff.br
2 daniel.andres@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Área de conteúdo e estrutura
É a matriz ou uma cópia?é a matriz
Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-ChaveMudança de Uso e Cobertura, Sensoriamento Remoto, Modelagem Dinâmica Espacial, Silvicultura.
ResumoO presente trabalho aborda as atividades realizadas dentro do período de renovação da bolsa de setembro/2014 a julho/2015. As classificações de uso e cobertura do solo realizadas em atividades anteriores foram correlacionadas entre si a fim de analisar a dinâmica e expansão da cultura de eucalipto ocorrida entre o período estudado. Essa análise permitiu aferir que durante todo período que vai de 1986 a 2010 expressivas áreas de pastagem e vegetação foram convertidas em cultivo de eucalipto. Atestando que mais da metade da área convertida em silvicultura provém de áreas de vegetação, contabilizando 56,81% do espaço transformado. O que mostra que a Mata Atlântica vem sendo convertida em silvicultura de maneira abrupta, mesmo sendo um bioma altamente ameaçado pelas ações antrópicas. Tal fato salienta a intensificação do desmatamento e conversão de uso, e consequente fragmentação da Mata Atlântica para atender as demandas crescentes das indústrias de papel e celulose, como já evidenciados em levantamentos econômicos da região. A partir desse levantamento pode-se analisar o número de estabelecimentos e a área de silvicultura que revelam que entre os anos de 1995 e 2006 houve um aumento do número de estabelecimentos e áreas de lavoura permanente de silvicultura e exploração florestal de 27 para 196, correspondendo a 169 propriedades a mais que no ano de 1995. Em contrapartida esses estabelecimentos tiveram a sua área em hectare reduzida de 2784 ha em média para 462 ha, o que pode ter possibilitado a produção de silvicultura em pequenas propriedades, indicando uma maior fragmentação da silvicultura e também da Mata Atlântica, este processo de fragmentação é capaz de comprometer toda a biodiversidade do local, ocasionando mudanças a médio e longo prazo. O algoritmo HAND que corrige o dado topográfico para altitude em relação à célula mais próxima da rede de drenagem, possibilitou a divisão do terreno em diferentes classes hidromorfológicas como baixio, topo de morro e vertente. Para a validação do algoritmo optou-se por gerar os topos de morro a partir de um modelo digital de elevação e correlacionar com o topo de morro gerado pelo Hand. Para determinação de topos de morro foi utilizada uma metodologia proposta por Peluzio et. al, (2010) na qual se baseia em critérios propostos na Lei Federal 4.771/65. Essa metodologia a partir do refinamento do modelo digital de elevação, geração de cumes, determinação de morros e montanhas e reclassificação dos dados segundo os aspectos legais, resulta nas áreas de preservação permanente de topos de morro. Ao cruzar as informações do Hand e o mapeamento de APP obteve-se uma área de acerto, esta por sua vez corresponde a 20,9% da área total estudada.
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Chave de CitaçãoSantosRodrSiqu:2015:VaClCa
TítuloVariabilidade climática dos campos de umidade do solo na América do Sul
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas26
Número de Arquivos1
Tamanho2418 KiB
Área de contextualização
Autor1 Santos, Renata Auxiliadora dos
2 Rodriguez, Daniel Andrés
3 Siqueira Júnior, José Lázaro de Siqueira
Grupo1
2
3 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Faculdade Tecnológica (FATEC)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 renata.santos@inpe.br
2 daniel.andres@inpe.br
3 jose.lazaro@inpe.br
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
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Estágio do Conteúdoconcluido
Transferível1
Palavras-Chaveumidade do solo, variabilidade climática.
ResumoO Modelo Simples de Água no Solo (MSAS) foi desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, com o intuito de determinar condições iniciais de umidade do solo para uso em simulações atmosféricas em todo o Brasil. O mesmo utiliza as informações disponíveis de precipitação e de evapotranspiração potencial (ETP), calculadas a partir de variáveis meteorológicas, e uma classificação e parametrização do solo desenvolvida com base em informações de perfis de solos. Nesse contexto, o objetivo do trabalho é descrever a variabilidade climática e espacial da umidade do solo simulada sobre o Brasil, e apresentar informações de umidade do solo factíveis de serem utilizadas em modelos atmosféricos como condições iniciais. Durante este período, foram coletadas as informações do banco de dados meteorológicos do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, utilizados para obter os campos interpolados de precipitação e evapotranspiração. Estes dados foram submetidos a um controle de qualidade das variáveis de referência através da análise estatística dos campos interpolados, logo, foram utilizados como entradas nas integrações do modelo MSAS. Os resultados das simulações com o modelo MSAS foram comparados com as observações de umidade do solo de sítios experimentais do projeto LBA (Large-Scale Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazônia). Verificaram-se diferenças entre os valores simulados e os observados em campo. Em geral, as diferenças entre a umidade do solo observada nos sítios experimentais e a simulada pelo MSAS, estão associadas com erros nos campos de precipitação observada, utilizada para alimentar o modelo.
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Idiomapt
Arquivo AlvoRenata Auxiliadora dos Santos.pdf
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NotasBolsa PIBIC/INPE/CNPq
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Tipo de ReferênciaReport
Sitemtc-m21b.sid.inpe.br
Código do Detentorisadg {BR SPINPE} ibi 8JMKD3MGPCW/3DT298S
Identificador8JMKD3MGP3W34P/3KP36L8
Repositóriosid.inpe.br/mtc-m21b/2015/12.10.18.01
Última Atualização2015:12.22.11.46.59 administrator
Metadadossid.inpe.br/mtc-m21b/2015/12.10.18.01.25
Última Atualização dos Metadados2018:06.04.02.55.58 administrator
Número do RelatórioINPE-17629-RPQ/913
Chave de CitaçãoSilvaBece:2015:VaSaEs
TítuloVariabilidade sazonal e espacial de tipos funcionais de plantas para modelagem de biosfera na região de transição Amazônia-Cerrado
ProjetoProjeto Rede GEOMA
Ano2015
Data de Acesso27 fev. 2021
TipoRPQ
Número de Páginas27
Número de Arquivos1
Tamanho1024 KiB
Área de contextualização
Autor1 Silva, Renata Galvão Neves da
2 Becerra, Jorge Alberto Bustamante
Grupo1 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
2 CST-CST-INPE-MCTI-GOV-BR
Afiliação1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
2 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Endereço de e-Mail do Autor1 renata.galvao@inpe.br
2 jorge.bustamante@inpe.br
Endereço de e-Mailre-bio@hotmail.com
InstituçãoInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais
CidadeSão José dos Campos
Histórico2015-12-10 18:02:30 :: re-bio@hotmail.com -> yolanda ::
2015-12-22 15:23:41 :: yolanda -> marcelo.pazos@sid.inpe.br ::
2015-12-22 15:24:30 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br :: -> 2015
2015-12-22 15:31:22 :: marcelo.pazos@sid.inpe.br -> administrator :: 2015
2018-06-04 02:55:58 :: administrator -> :: 2015
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Transferível1
Palavras-Chavesensoriamento remoto, EVI, sazonalidade da vegetação, Amazônia, Cerrado.
ResumoRegiões de transição como a Amazônia e Cerrado são fundamentais para a compreensão da influência de variáveis ambientais na distribuição dos principais tipos de vegetação que compõem os diferentes biomas ao longo do tempo. O objetivo geral do trabalho foi analisar a dinâmica sazonal da vegetação por meio de dados de sensoriamento remoto, caracterizando os estratos de vegetação neste ecótono e sua relação com fator ambiental, tal como precipitação na região de transição Amazônia-Cerrado. Foram distribuídas 20 amostras, contendo 100 pixels cada uma, ao longo do ecótono Amazônia-Cerrado, dentro de unidades de conservação, onde através do índice de vegetação (EVI) do produto MOD13A2 (resolução espacial de 1Km) e da precipitação do produto 3B43 (TRMM), para o período de 2000 a 2013, foram analisadas a sazonalidade e dinâmica temporal da vegetação e precipitação. Com ajustes realizados no software TIMESAT para a série temporal, foram extraídas para as 20 amostras as métricas máximo, amplitude e integral-L, na qual através da métrica máximo do índice de vegetação, por meio de cálculos para definição dos limiares anuais, foi feita a estratificação da vegetação em três grupos. Foram realizadas também análises de correlações e de agrupamento entre os grupos. A vegetação e a precipitação nas 20 amostras apresentaram forte correlação entre os valores de máximo (0,86). Entre os três grupos, o valor da mediana da métrica amplitude, que indica o grau de sazonalidade, foi maior no grupo 1, com 1889,7, e oscilou pouco entre os grupos 2 e 3, com valores 1526,6 e 1543,8, respectivamente. A métrica integral-L, que mede o acumulado do índice de vegetação nos ciclos de crescimento, teve valores de medianas relativamente aproximados nos grupos 1 (86808) e 2 (83379,2), e no grupo 3 os valores mais baixos (57655,6). As anomalias interanuais entre os três grupos e métricas analisadas mostrou-se com alto grau de variabilidade, sendo que apenas alguns anos estiveram contidos dentro da faixa de variação normal (5% positivo e negativo). As análises de correlações entre as métricas analisadas (máximo, amplitude e integral-L) e entre os anos (ciclos de crescimento), indicam que os grupos são bem heterogêneos e que não apresentam uma relação linear entre as variáveis, onde foi observado que o grupo 3 teve uma correlação negativa significativa entre a amplitude e máximo, e uma correlação positiva significativa entre máximo e integral ao longo dos ciclos. De acordo com os resultados analisados no trabalho, a vegetação na região de transição Amazônia-Cerrado mostrou uma grande heterogeneidade (variabilidade) em sua composição.
AreaCST
ArranjoINPE > Produção > COCST > Variabilidade sazonal e...
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originais/2015_SILVA, R.G.N_Relatorio Cientifico.pdf 22/12/2015 09:17 929.1 KiB 
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Grupo de Usuáriosadministrator
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re-bio@hotmail.com
yolanda.souza@mcti.gov.br
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